<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618</id><updated>2012-02-09T12:44:43.778-08:00</updated><title type='text'>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-7482191209128623161</id><published>2011-07-06T14:56:00.000-07:00</published><updated>2011-07-06T14:58:18.970-07:00</updated><title type='text'>CIRURGIA DA OBESIDADE: QUANDO O QUE SE PERDE VAI ALÉM DO PESO</title><content type='html'>Cirurgia da obesidade: quando o que se perde vai além do peso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obesidade é considerada hoje um importante problema de saúde pública. A dificuldade de emagrecer se deve ao fato de a doença ou transtorno alimentar ser multifatorial, sendo vários aspectos responsáveis: genético, neurológico, endocrinológico, medicamentoso, dieta alimentar inadequada, inatividade física e fatores psiquiátricos e psicológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de utilizar vários recursos não cirúrgicos visando o emagrecer, e não obter o resultado esperado, a alternativa é a cirurgia bariátrica. Após a cirurgia ocorre o sucesso na redução do peso e uma melhora do comportamento alimentar e na qualidade de vida dos pacientes. Porém, o emagrecer traz ao paciente a perda de suas referências e exige uma nova vivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda de peso e as mudanças decorrentes da cirurgia bariátrica, tanto podem fazer com que sintomas psíquicos fiquem ainda mais evidentes, como também podem impulsioná-los a buscar novas estratégias de enfrentamento de situações antes paralisadoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao solicitar a intervenção cirúrgica, há um desejo do indivíduo de realizar mudanças no corpo e na própria vida. Porém, o impacto causado na subjetividade do sujeito ao realizar a cirurgia bariátrica é significativo, iniciando com a mudança do aparelho digestivo (gastroplastia), e posteriormente, com vivências inerentes ao processo de emagrecimento (mudança na imagem corporal; excesso de pele; cicatriz das cirurgias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o momento de construir novas referências, encontrar uma nova identidade, não mais a do “gordo”. Muitos não elaboram tantas transformações, justificando o reganho de peso ou a substituição do sintoma por outro transtorno alimentar ou compulsão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros conseguem realizar as mudanças necessárias, melhorando o seu estado emocional, diminuindo o nível de ansiedade e de depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica evidente a importância do acompanhamento psicológico e psiquiátrico para estes pacientes, contribuindo com a melhora da qualidade de vida e das relações interpessoais.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz é professora do curso Transtornos Alimentares ministrado no Pieron. Este artigo é um pequeno resumo do estudo “A Importância do Tratamento Psicológico Após a Realização da Cirurgia Bariátrica em Pacientes Obesos Mórbidos: Quando o que se Perde Vai Além do Peso”, publicado nos Anais do III Congresso Interamericano de Psicologia da Saúde: Territórios do Psicólogo Hospitalar “O mapa não é território”, 2005. Prêmio menção honrosa do Instituto de Psicologia do Hospital das Clínicas HC-FMUSP&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-7482191209128623161?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7482191209128623161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7482191209128623161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2011/07/cirurgia-da-obesidade-quando-o-que-se.html' title='CIRURGIA DA OBESIDADE: QUANDO O QUE SE PERDE VAI ALÉM DO PESO'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5587963691802948181</id><published>2010-09-12T14:50:00.000-07:00</published><updated>2011-08-20T08:18:48.194-07:00</updated><title type='text'>RESULTADOS DE UM ANO PÓS GESTO-AUTORA :ANNA CLAUDIA QUEIROZ</title><content type='html'>GESTO-GRUPO ESPECIALIZADO NO TRATAMENTO DA OBESIDADE&lt;br /&gt;                      RESULTADOS DE UM ANO PÓS-GESTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: A obesidade é uma doença crônica e se caracteriza por aspectos multifatorias, dentre estes problemas psiquiátricos e psicológicos podem estar presentes no sintoma obesidade (Loli, 2000). Sendo assim, no tratamento da obesidade, tanto clínico como cirúrgico, é relevante o atendimento com uma equipe multiprofissional, podendo ser individual e ou em grupo.  Segundo Franques (2002), se os problemas psíquicos não forem tratados adequadamente no pré-operatório da cirurgia bariátrica, torna-se maior a probabilidade de emergir  quadros psiquiátricos graves após a intervenção cirúrgica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Estabelecer o perfil dos pacientes atendidos no programa GESTO por uma equipe multiprofissional, e constatar os resultados obtidos após um ano de tratamento, nos grupos de atendimento clinico e no pré-operatório da cirurgia bariátrica.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos: Análise quantitativa e qualitativa dos atendimentos realizados no período de Abril/08 a Dezembro de 2009 na Unimed de São José dos Campos/ SP. O total de pacientes atendidos foi de 441, com o IMC igual ou maior de 35, encaminhados pelo médicos credenciados na UNIMED/SJC. &lt;br /&gt; Utiliza-se na avaliação inicial do programa,  entrevista clínica,  Inventário Sobre Peso e Estilo de Vida (WALI) e o PRIME MD (avaliação de distúrbios mentais para atenção primária). Após um ano de tratamento, através de uma entrevista clinica, ocorre uma reavaliação psicológica do paciente, visando comparar o seu estado psíquico basal do inicio do programa até  momento da entrevista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Resultados: Dos 441 pacientes atendidos, 51.47% foram encaminhados para o tratamento clínico da obesidade, 36.73% para o grupo pré-operatório da cirurgia bariátrica e 11.79% para o grupo pós-cirúrgico.&lt;br /&gt;Os transtornos psiquiátricos identificados nos pacientes foram: 72.11%  sintomas de depressão; 78.68%  transtorno de ansiedade; 50.34% transtorno alimentar (bulimia; Transtorno comer compulsivo; Síndrome do comer noturno, Roedor Perpétuo) e 3.40% apresentavam  transtornos psiquiátricos diversos (ataques de pânico; agorofobia; e outros).&lt;br /&gt;Após um ano de tratamento, constatou-se a remissão parcial ou total dos sintomas de depressão, ansiedade e os transtornos alimentares em ambos os grupos. No grupo de tratamento clinico ocorreu aderência significativa às orientações da equipe multiprofissional,  inserindo novos hábitos alimentares de forma gradativa.&lt;br /&gt;Conclusão: É relevante salientar que o número de pacientes que procuram o tratamento clinico da obesidade é elevado (51.47%) na Unimed –SJC. Conseqüentemente, a estruturação de um tratamento para obesidade, por uma equipe multiprofissional especializada, a nível ambulatorial, em saúde suplementar, ampliaria as alternativas de tratamento preventivo à Cirurgia bariátrica.&lt;br /&gt;Observou-se um elevado índice de comorbidades psiquiátricas e psicológicas, tanto nos paciente em tratamento clinico, quanto nos pacientes no tratamento pré-operatório. Consequentemente, torna-se necessário tratamento psicológico adequado, com a finalidade de evitar a não  aderência do paciente ao tratamento, bem como, às orientações médicas, e no caso de pacientes de cirurgia bariátrica,  tratar para minimizar os riscos relacionados ao surgimento de sintomas psiquiátricos graves no pós-operatório.&lt;br /&gt;Após um ano de tratamento no programa GESTO, o número de pacientes que apresentaram sintomas psiquiátricos e psicológicos graves foram reduzidos consideravelmente,  promovendo uma melhora no estado clinico geral do paciente. &lt;br /&gt;Conclui-se que o tratamento clínico e cirúrgico da obesidade, ao tratar os aspectos multifatoriais inerentes ao referido sintoma, viabiliza uma mudança com relação a alimentação e aos cuidados corporais, e juntamente com a intervenção na dinâmica psíquica, possibilita uma melhora na qualidade de vida,  e uma diminuição na probabilidade de substituição do sintoma obesidade por outros sintomas, ou outras compulsões ou reganho de peso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Franques, A.. ------------------------.In:A cirurgia da obesidade.Ferraz, E; Szego,T; Garrido, A; Barroso,F: Markezine,J. (org).Atheneu Editora.São Paulo. ( 2002), 5,25-33.&lt;br /&gt;• Loli, M. Obesidade Como Sintoma. São Paulo: Editor Vetor, 2000.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5587963691802948181?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5587963691802948181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5587963691802948181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/09/resultados-de-um-ano-pos-gesto.html' title='RESULTADOS DE UM ANO PÓS GESTO-AUTORA :ANNA CLAUDIA QUEIROZ'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-6373105047425094519</id><published>2010-03-05T02:30:00.000-08:00</published><updated>2010-09-12T14:57:03.378-07:00</updated><title type='text'>GESTO- GRUPO ESPECIALIZADO NO TRATAMENTO DA OBESIDADE E RESULTADOS</title><content type='html'>GESTO-GRUPO ESPECIALIZADO NO TRATAMENTO DA OBESIDADE E RESULTADOS ATÉ 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANNA CLAUDIA QUEIROZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- INTRODUÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução normativa da Agência Nacional de Saúde, nº 167 (artigo 8),  enfatiza a demanda de atendimento especial para pacientes com obesidade mórbida, sendo necessário o tratamento por uma equipe multiprofissional, em nível ambulatorial. Baseado nessa exigência, a UNIMED/SJC, iniciou o programa GESTO-Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obesidade se caracteriza pelo aspecto multifatorial em seu desencadeamento e na sua manutenção.Portanto, torna-se indispensável o tratamento dessa sintomatologia por uma equipe multiprofissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O GESTO é uma equipe multiprofissional composta por médicos, psicólogos, nutricionistas, gastrônomo, educadores físicos, fisioterapeutas, fonodiologo e enfermeiro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O programa é destinado a pacientes  com o IMC maior de 35, candidatos ao tratamento da obesidade, clínico ou cirúrgico, e pacientes submetidos à cirurgia bariátrica &lt;br /&gt;A obesidade, por ser uma sintomatologia vinculada à problemática  na relação do sujeito com a  corporalidade e a alimentação, e a sua dinâmica psíquica, seu tratamento deve consistir em informações e orientações relacionado às respectivas temáticas, como também propiciar a possibilidade do paciente elaborar suas questões psicológicas .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2-OBJETIVOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da equipe multidisciplinar é auxiliar o paciente a identificar a sua atual postura com relação à comida e ao corpo, e o que propiciou psicologicamente o desencadear e a manutenção da obesidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No GESTO o trabalho do nutricionista, gastrônomo, fisioterapeuta e educador físico têm por finalidade informar e orientar aspectos relacionados à alimentação e a corporalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicologia tem por objetivo avaliar e intervir na dinâmica psíquica do sujeito e na sua relação com o alimento e o corpo, propiciando uma mudança subjetiva relativa ao sintoma, viabilizando a implicação do paciente com o seu adoecer, possibilitando uma melhor aderência ao tratamento com a equipe multiprofissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3-PROGRAMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palestra educativa&lt;br /&gt;Temática: &lt;br /&gt;1. A relação do sujeito contemporâneo com a corporalidade e a alimentação, e o desencadear da obesidade. &lt;br /&gt;2. A cirurgia bariátrica.&lt;br /&gt;3. A relação entre o psíquico e o somático: aspectos psicológicos e psiquiátricos da obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquema de atendimento do Programa GESTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Triagem. É realizado pela equipe de enfermagem, e tem por objetivo constatar se o paciente encaminhado pelo médico cooperado tem indicação para o programa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.Entrevistas iniciais. A equipe de psicologia, através de duas consultas, realiza o psicodiagnóstico, utilizando-se da entrevista clínica e dos questionários de avaliação. Após a realização da avaliação psicológica, os pacientes são direcionados para os grupos informativos/ terapêuticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.O grupo obesidade clínica tem como objetivo identificar os aspectos psíquicos inerentes ao desencadear do sintoma obesidade e sua manutenção, como também a relação do sujeito com sua alimentação e os cuidados corporais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo destinado aos pacientes candidatos à cirurgia bariátrica também     &lt;br /&gt;propicia a percepção sobre as motivações que o mobilizaram a optar pela   &lt;br /&gt;intervenção cirúrgica, além de prepará-lo para o pós-operatório. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;O grupo para os pacientes que se submeteram a gastroplastia possibilita &lt;br /&gt;auxiliar as mudanças inerentes à cirurgia, que se inicia com a mudança no &lt;br /&gt;aparelho digestivo e na alimentação, e posteriormente com as mudanças    &lt;br /&gt;corporais, decorrentes do processo de emagrecimento (imagem corporal,   &lt;br /&gt;excesso de pele). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Atendimento psicológico individual, se o paciente apresentar: transtorno depressivo maior, transtorno de ansiedade, transtorno alimentar grave, ou alguma patologia clínica ou psíquica que dificulte o trabalho em grupo As consultas psicológicas individuais ocorrem a cada 15 dias, no total máximo de 12 consultas anuais. As orientações nutricionais individuais são realizadas em 6 consultas. &lt;br /&gt;Cirurgia bariátrica imediata. Quando o paciente apresenta o IMC elevado e      &lt;br /&gt;co-morbidades graves. A avaliação psicológica é efetuada no total de 6     entrevistas, e a nutricional em 2 atendimentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4-RESULTADOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da análise quantitativa e qualitativa dos atendimentos realizados no período de Abril a Dezembro de 2008, na Unimed de São José dos Campos, em 174 pacientes, com o IMC maior que 35, para tratamento clínico e cirúrgico da obesidade, ou que já se submeteram a cirurgia bariátrica, a população atendida, 19% eram do gênero masculino e 81% feminino. e no decorrer dos atendimentos, observou-se que  os pacientes do tratamento clínico ocorreu uma média de perda de peso por período (tempo do programa) de 3,62 kg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da percepção da perda de peso, e no relato dos pacientes nas entrevistas com a equipe multiprofissional, identificou-se que o grupo do tratamento clínico da obesidade aderiu às orientações do programa, mesmo que inserir os novos hábitos tenha sido gradativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto identificado relevante de salientar foi um índice elevado das comorbidades psiquiátricas associada ao sintoma obesidade. No relato da história de vida do sujeito, como nos inventários aplicados pela equipe de psicologia (o Inventário Sobre Peso e Estilo de Vida-WALI-e o PRIME MD -avaliação de distúrbios mentais para atenção primária), os transtornos psiquiátricos não foram identificados em 19% dos pacientes, sendo que os demais apresentaram entre um (16%), dois (30%) e até três (35%). das comorbidades psiquiátricas. O transtorno depressivo foi o mais freqüente, atingindo 119 pacientes, seguido do transtorno de ansiedade, com 110 pacientes. O distúrbio de pânico estava presente em 15 pacientes. Os transtornos psiquiátricos referentes à alimentação, tais como compulsão alimentar ou bulimia, foram diagnosticados em 65 sujeitos. Verificou-se uma relação do desencadear das referidas sintomatologias a uma situação de difícil elaboração psíquica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5-CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um hábito é constituído por premissas e inferências, fundamentando uma crença. As crenças são elementos que norteiam os desejos e a ação do ser humano. Quando há dúvidas relativas às crenças, freqüentemente desencadeia angústia, mobilizando o sujeito a estabelecer uma nova rede de crenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A obesidade se caracteriza pelo excesso de gordura corporal, e se desenvolve a partir de hábitos inadequados relativos à alimentação e aos cuidados corporais. Freqüentemente o paciente obeso deseja realizar mudanças de hábitos visando o emagrecimento, porém não apresenta recursos internos para sua realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O tratamento no GESTO-Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade - visa instaurar dúvidas relativas aos hábitos vigentes do obeso, com relação à comida e ao corpo, responsáveis pelo excesso de peso. Posteriormente se oferece uma nova rede de informações, visando fixar novas crenças. Porém, as informações apresentadas são elaboradas pelo sujeito, respeitando sua singularidade, viabilizando ocorrer uma mudança subjetiva frente ao sintoma obesidade e a resignificar os hábitos relacionados à alimentação e a corporalidade. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Com relação aos transtornos psiquiátricos associados ao sintoma obesidade, concluiu-se ser um recurso psíquico que visa à defesa do sujeito a uma situação traumática. Elaborar os aspectos psíquicos inerentes ao desencadear e a manutenção do excesso de peso possibilita uma menor probabilidade de substituição por outros sintomas, outras compulsões ou reganho de peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseqüentemente, concluímos que no tratamento visando uma mudança de hábitos alimentares e dos cuidados corporais, juntamente com a intervenção na dinâmica psíquica, tendo como um dos objetivos a perda de peso, é relevante no decorrer dos atendimentos pela equipe multiprofissional, enfatizar a importância das mudanças de hábitos, independente se o tratamento da obesidade for clínico ou cirúrgico, auxiliando o obeso na construção de uma nova rede de crenças relativa a alimentação e aos cuidados corporais, possibilitando uma melhora na qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6-Referência bibliográfica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARMESTO, F. (2004) Comida-uma história. Rio de Janeiro: Editora Record.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;ALEXANDRE, D. A história da alimentação. Ed.Liberdade ltda. . 2 edição &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARMESTO, F- Comida-  uma história. Ed. Record. Rio de Janeiro. 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BICUDO, O. BOTA-Boletim de Transtornos Afetivos e Alimentares. -número 15, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLAUDINO, A &amp; Zanella, M. Transtornos Alimentares e Obesidade. São Paulo: Editora Manole, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COSTA, J. (1989) Psicanálise e contexto cultural. Imaginário psicanalítico, grupos e psicoterapias. São Paulo: Editora Campus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COSTA, J. (2005). O vestígio e a aura. Corpo e consumismo na moral do espetáculo. Rio de Janeiro: Garamond Editora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COURTINE, j. (2008) História do corpo. As mutações do olhar. O século XX. Petrópolis: Editora Vozes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIAMOND, J. (2005) Armas, germes e aço. Os destinos das sociedades humanas. Rio de Janeiro: Editora Record. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOLTO, F. A imagem inconsciente do corpo. 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São Paulo: Editora Senac. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRANQUES, A.. .In:A cirurgia da obesidade.Ferraz, E; Szego,T; Garrido, A; Barroso,F: Markezine,J. (org).Atheneu Editora.São Paulo. ( 2002), 5,25-33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREUD, S. (2006) Edição Standard Brasileiras das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro. Imago Editora.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1913) “Totem e Tabu”, v. XIII.  p.21-162.&lt;br /&gt;(1914) “Sobre o narcisismo: uma introdução”, v. XIV,  p.81-113.&lt;br /&gt;(1921) “A psicologia de grupo e a análise do eu”, v. VXIII, p. 79- 154.  &lt;br /&gt;(1930)”O mal-estar da civilização”, v.XXI. p.75-171.&lt;br /&gt;(1932) “A aquisição e o controle do fogo”, v. XXII.  p. 183-188.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HENSLEY, L.D. (1998) Reasons for Participation in Physical Activity Among Adolescent Boys and Girls. Research Quarterly for Exercise and Sport. V. 69, p. 123-125.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JACKSON, E. (1999) Alimento e transformação. São Paulo: Editora Paulus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LACAN, J. (1998) Escritos. Rio de Janeiro: Zahar Editora.&lt;br /&gt;(1949) “O estádio do espelho como formador da função do eu. p.96-103.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINDERMAN, M. KESKIVAARA, P. ROSCHIER, M. (2000) Assessment of Magical Beliefs about Food and health. American journal of Health psychology, 5(2), 195-209.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOLI, M. Obesidade Como Sintoma. São Paulo: Editor Vetor, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANIENA SB. The concept of resilience revisited. Disasters, 2006; 30(4):433-50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; MARCHESINE, S. Distúrbios psíquicos e obesidade.In:A cirurgia da obesidade.Ferraz, E; Szego,T; Garrido, A; Barroso,F: Markezine,J. (org).Atheneu Editora.São Paulo. ( 2002), 5,25-33.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OAKES, M; SLTTERBACK, C. (2002) The good,the bad,and the ugly:characteristics used by young middle-aged,and older men and women, dieters and non-dieters to judge health fullness of foods. 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Anais do III congresso interamericano de psicologia da saúde: territórios do psicólogo Hospitalar “O mapa não é território”, 2005. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEIROZ, A; SANTOS, N; MOREIRA, B; SERAPIÃO, J;  ABRANTES, M;  KIKO, R;  ROESLER;R,  FERNANDES, M. Vulnerabilidade psíquica do paciente após a cirurgia da obesidade: indicadores psicodiagnóstico Anais do VIII Congresso Brasileiro da Cirurgia da Obesidade; Salvador, 2006 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEIROZ, C; SANTOS, N; MOREIRA, B ;GRAFFUNDER, D ;  SERAPIÃO, J; ABRANTES, M;  KIKO, R;  ROESLER, R ;  FERNANDES, M. Qualidade de vida e presença de sintomas psíquicos em pacientes submetidos à gastroplastia. Anais do VIII Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidada; Salvador; 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROSS, G; PRATTALA, R; KOSKI, K. (2001) Men,masculinity and food: interviews&lt;br /&gt;with Finnish carpenters and engineers. Appetite, n. 37, p. 47-56&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SANT’ANNA, D. (1994). Políticas do Corpo. São Paulo: Editora Estação Liberdade. &lt;br /&gt;SEGAL, A. Obesidade não tem cura mas tem tratamento. Rio de Janeiro. Prestígio Editorial. 2004. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRAVADO, L. PIRES R, MARTINS V, VENTURA C, CUNHA S. - Abordagem psicológica da obesidade mórbida: Caracterização e apresentação do protocolo de avaliação psicológica. Análise Psicológica , 3 (XXII): 533-550, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VAN HOUT CGM, VERSCHURE KM, VAN HECK GL. Psychosocial predictors of success following bariatric surgery. Obesity Surgery. 2005; 15:552-60. (apud Lanyon &amp; Maxwell, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VAN HOUT GCM, VAN OUDHEUSDEN IV, KRASUSKA AT, VAN HECK GL. Psychological profile of candidates for vertical banded gastroplasty. Obesity Surgery. 2006a ; 16:67-74.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VAN HOUT GCM, BOEKESTEIN P, FORTUIN FAM, PELLE AJM, VAN HECK GL. Psychosocial functioning following bariatric surgery. Obesity Surgery. 2006b; 16:787-94.&lt;br /&gt;YUNES MAM. Psicologia positiva e resiliência: o foco no indivíduo e na família. Psicologia em Estudo. 2003; 8(num.esp.):75-84.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WOODMAN, M. A Coruja era Filha do Padeiro. São Paulo: Editora Cultrix, 1980.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Até o final de 2009 foram atendidos no GESTO 441 pacientes. Estamos atualmente realizando a análise qualitativa e quantitativa do total de obesos mórbidos submetidos ao programa do GESTO desde o início do programa, até o presente momento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-6373105047425094519?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6373105047425094519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6373105047425094519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/gesto-grupo-especializado-no-tratamento_05.html' title='GESTO- GRUPO ESPECIALIZADO NO TRATAMENTO DA OBESIDADE E RESULTADOS'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5234581035978629062</id><published>2010-03-05T02:29:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T02:29:17.638-08:00</updated><title type='text'>CRENÇAS ALIMENTARES EM PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA BARIÁTRICA</title><content type='html'>Resumo do artigo premiado no V Congresso Interamericano de Psicologia da saúde do CEPSIC/HC-FMUSP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crenças Alimentares em pacientes submetidos à cirurgia Bariátrica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz; Niraldo Santos; Marlene Matos Silva;&lt;br /&gt;Cláudia Laham, Artur Garrido Junior; Mara Cristina de Lúcia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: O número de obesos graves tem aumentado consideravelmente, e uma alternativa para solucionar esta problemática é a cirurgia bariátrica. Sob o aspecto psíquico, as mudanças inerentes ao processo de emagrecer são de extrema complexidade e incluem fatores psicodinâmicos, familiares e culturais, levando à construções subjetivas particulares acerca do auto-cuidado e do tratamento. Nosso estudo teve como objetivo investigar as crenças alimentares em pacientes que se submeteram à gastroplastia e verificar o quanto estas refletem na postura alimentar e no desencadear de transtornos alimentares no pós-operatório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos: Estudo transversal com a utilização da Escala de Crenças Alimentares (MFH) e questionário desenvolvido pelos pesquisadores contendo 35 itens. Foram incluídos 60 pacientes que haviam se submetido à cirurgia de “Fobi-Capela” há pelo menos 6 meses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados: Dos pacientes investigados, 85% eram do gênero feminino, 67% possuíam idade entre 18 e 25 anos, 70% casados e 30% referiram ter concluído ensino médio. A média de peso eliminado após a cirurgia foi de 64kg. Quando questionados quais os alimentos considerados mais “difíceis de engolir” e freqüentemente retirados do cardápio, 46% responderam “carne” e 27% “arroz”. Analisando os resultados obtidos com a Escala MFH, constatamos um número significativo de afirmações que apontam para as crenças alimentares relacionadas à saúde quando somadas as respostas com tendência afirmativa: 80% “as plantas mudam a vibração de energia de um organismo de uma maneira benéfica à saúde”, 73% “a falta de equilíbrio na ingestão de alimentos está por trás de muitas doenças”, 68% “se não limparmos nosso corpo de algum jeito as toxinas pouco saudáveis permanecem dentro dele”, 53% “é bom desintoxicar o corpo de vez em quando fazendo jejum”. Porém, apenas 17% apresentam a crença referente a carne, sendo que no pós-operatório o número de pacientes com dificuldade de ingerir este alimento é elevado. Esta contradição sinaliza que o fato de apresentar uma diminuição da ingestão de carne não é conseqüência de ideologias relativas a este gênero alimentício, e sim decorrentes das modificações na estrutura física do paciente após a gastroplastia, como a diminuição do estomago, dificultando a sua assimilação e elaboração psíquica, mobilizando-se medo. Conseqüentemente, uma possível estratégia, visando lidar com o desconhecido, é o surgimento de crenças alimentares. A partir de então, não se come carne, ou muitos relatam mastigar e depois cuspir, desenvolvendo sintomas bulímicos. . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: A função das crenças alimentares no pós-operatório da cirurgia bariátrica pode ser justificada a partir de determinados aspectos, tais como: se em um determinado momento da vida o obeso utilizou-se a camada adiposa para ser o recurso de mediação entre o desejo e o mundo, após o emagrecimento, o recurso utilizado é a crença; a presença de um elevado número de crenças no indivíduo que se submete a cirurgia é uma estratégia de se obter o controle sobre o incontrolável, e de manejar os medos frente a uma situação desconhecida; após a intervenção cirúrgica o paciente vivencia uma série de mudanças, sendo necessária sua adaptação, e uma significação da nova vivência, utilizando como estratégia as crenças alimentares.Enfim, concluímos que as mudanças impostas ao paciente depois da gastroplastia favorecem a adesão a um conjunto de crenças, sendo esta uma postura defensiva mediante a tantas transformações vividas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5234581035978629062?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5234581035978629062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5234581035978629062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/crencas-alimentares-em-pacientes_05.html' title='CRENÇAS ALIMENTARES EM PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA BARIÁTRICA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-6595702364463925057</id><published>2010-03-05T02:27:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:28:14.083-08:00</updated><title type='text'>A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO PSICOLÓGICO APÓS A REALIZAÇÃO DA CIRURGIA BARIÁTRICA: QUANDO O QUE SE PERDE VAI ALÉM DO PESO. MENÇÃO HONROSA</title><content type='html'>Anna Claudia Queiroz e Niraldo de Oliveira Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Menção Honrosa NO III congresso interamericano de psicologia da saúde: territórios do psicólogo Hospitalar “O mapa não é território”, 2005. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes da cirurgia, a obesidade justificava uma série de impedimentos na obtenção de sucesso na vida afetiva e profissional. Com o emagrecimento e a perda da base de argumentação que fundamentava as impossibilidades frente à vida e ao mundo, o indivíduo se defronta com vivências psíquicas novas, levando a perdas: de peso; de ganhos secundários; do direito de se acomodar na vida profissional e na vida pessoal. &lt;br /&gt;Há o aumento na exigência para estabelecer novos laços afetivos e na expectativa do campo profissional. Após a cirurgia ocorre a perda do direito de comer em excesso e a perda dos ganhos secundários que se obtinha com a obesidade. &lt;br /&gt;Ao se construir uma série de exigências, que culminam com um alto grau de ansiedade para a efetivação do sucesso, podem-se desencadear crises psicológicas. Frente à impossibilidade de ingerir alimentos como antes, ocorre o investimento excessivo em outras atividades, visando o alívio de tensão ocasionado pela ansiedade, justificando a importância do tratamento psicológico no pós operatório da cirurgia bariátrica,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-6595702364463925057?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6595702364463925057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6595702364463925057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/importancia-do-tratamento-psicologico_05.html' title='A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO PSICOLÓGICO APÓS A REALIZAÇÃO DA CIRURGIA BARIÁTRICA: QUANDO O QUE SE PERDE VAI ALÉM DO PESO. MENÇÃO HONROSA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5616676816280071404</id><published>2010-03-05T02:26:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T02:26:56.469-08:00</updated><title type='text'>OBESIDADE: ASPECTOS PSICOLÓGICOS E PSIQUIÁTRICOS</title><content type='html'>OBESIDADE: ASPECTOS PSIQUIÁTRICOS  E PSICOLÓGICOS &lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;                   ANNA CLAUDIA QUEIROZ&lt;br /&gt;                   ANA RITA DE AZEVEDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos apresentamos um repertório de emoções (raiva, medo, felicidade, tristeza, etc...), e cada emoção apresenta uma função única.Quando um sentimento é mobilizado, ocorre  uma distinta manifestação somática, preparando o corpo para uma reação diferente, dependendo da emoção desencadeada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, quando ocorre à tristeza, diante de uma perda significativa, fisicamente é comum ocorrer: uma queda de energia e entusiasmo pelas atividades da vida; reduz a velocidade metabólica do corpo, levando a um retraimento introspectivo, visando a elaboração da perda.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As emoções são comuns na vida cotidiana do sujeito, mas se elas passam de um determinado limite, interferindo na rotina diária, e se tornando um transtorno para o indivíduo, podemos considerar a existência um transtorno psiquiátrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tristeza, por exemplo, quando se aprofunda se aproxima da depressão, onde se reduz a velocidade metabólica do corpo.&lt;br /&gt;Conseqüentemente, desencadeia o que denominamos um distúrbio do humor, levando a uma baixa nos níveis dos neurotransmissores.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Os sintomas mais evidentes da depressão são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Profunda tristeza&lt;br /&gt;- Perda de prazer para realizar certas atividades que antes tinha prazer&lt;br /&gt;- Sentimento de inutilidade&lt;br /&gt;- Sensação de vazio&lt;br /&gt;- Choro fácil&lt;br /&gt;- Insônia ou hipersonia&lt;br /&gt;- Perda da libido (energia)&lt;br /&gt;- Dificuldade de atenção&lt;br /&gt;- Sentimento de culpa ou inutilidade&lt;br /&gt;- Ideação suicida&lt;br /&gt;- Alteração do apetite, para mais ou para menos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe como a depressão afeta o peso do indivíduo, como mencionado no ultimo item.  Muitos ficam com sintomas de anorexia, emagrecendo, outros comem compulsivamente, desencadeando a obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há níveis diferentes de depressão, uns são mais graves e outros mais leves,podendo ser classificados como: distúrbio depressivo maior;  remissão parcial de um distúrbio depressivo maior; distimia;  distúrbio depressivo Menor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicólogo,quando necessário, como na avaliação para se submeter a cirurgia bariátrica, precisa se utilizar de inventários, como o PRIME MD, visando estabelecer uma hipótese de diagnostico. Porém, é o psiquiatra que deve confirmar o diagnóstico, e realizar o tratamento medicamentoso, se necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro distúrbio psiquiátrico que interfere intimamente no ganho de peso é o transtorno de ansiedade.  A ansiedade é comum no mundo moderno, em decorrência do excesso de tarefas que precisam ser executadas na rotina diária,tais como: tarefas domésticas; a maternidade; trabalho;  etc... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, quando o nível de ansiedade fica elevado, tornando-se um transtorno na vida do indivíduo, podemos supor que há um distúrbio de ansiedade, que se caracteriza por apresentar alguns desses sintomas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Inquietação;&lt;br /&gt;-  cansando-se facilmente; &lt;br /&gt;- tensão muscular; &lt;br /&gt;- dificuldades de adormecer ou continuar dormindo; &lt;br /&gt;- de se concentrar nas atividades diárias, como ver uma televisão ou ler um livro;&lt;br /&gt;- estado de irritabilidade constante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o paciente está ansioso é freqüente desencadear uma compulsão alimentar, contribuindo para o ganho de peso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros transtornos psiquiátricos, que são relevantes de serem diagnosticados e tratados por profissionais adequados, como o médico psiquiatra, são: hipomania;  bipolar; distúrbio do pânico; esquizofrenia, etc... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo contemporâneo é comum identificar indivíduos com o nível de estresse elevado, que sob o aspecto médico, pode intervir no desencadear  da obesidade, pois há uma relação desta sintomatologia com o sistema neuro-endócrino .“Estados ansiosos ou depressivos provocam uma diminuição do depósito de neurotransmissores cerebrais, principalmente a serotonina e a noradrenalina.” segundo a Dr. Valéria Meira , endocrinologista, contribuindo para o ganho de peso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A problemática principal é que os aspectos psíquicos e psiquiátricos não estão apenas ligados ao estado biológico, mas na atitude do paciente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, os pacientes deprimidos apresentam uma atitude de não aderirem às orientações e procedimentos recomendados pelos médicos, dificultando a melhora  da doença, como não  emagrecendo . Não por não queiram, mas por que suas condições subjetivas não permitem,em função do retraimento introspectivo, o que o leva a uma paralização frente à vida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os problemas psicológicos e psiquiátricos interferem no agravamento e na dificuldade da remissão das doenças, sendo, por isso, relevante a realização do seu  diagnóstico , e o início de um  tratamento adequado, pela equipe multiprofissional.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       É IMPORTANTE SALIENTAR QUE O PSÍQUICO REPOUSA SOBRE O ORGÂNICO, &lt;br /&gt;           E DEVE-SE CUIDAR TANTO DO CORPO COMO DAS EMOÇÕES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goleman,D. Inteligência emocional.Ed. Objetiva. RJ. 1995. &lt;br /&gt;Marty,P. A psicossomática do Adulto. Ed. Artes Medicas. Porto alegre.1993.&lt;br /&gt;Násio, J-D. Da dor ao amor. Jorge Zahar Editos. RJ. 1997&lt;br /&gt;Násio,J.D. A Dor Física. Ed. Zahar.R.J. 2008.&lt;br /&gt;Násio,J.D. A Dor do amor. Ed.Zahar.Editor.RJ.2007&lt;br /&gt;Wartel,R. e outros. Psicossomática e psicanálise. Ed. Jorge Zahar. 2003.&lt;br /&gt;Spitzer, R, Janet B., Williams, D,  Kroenke,K ,  Linzer,M,  Verloin, Hahn, S,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5616676816280071404?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5616676816280071404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5616676816280071404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/obesidade-aspectos-psicologicos-e.html' title='OBESIDADE: ASPECTOS PSICOLÓGICOS E PSIQUIÁTRICOS'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-8766354242856999515</id><published>2010-03-05T02:25:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T02:25:24.469-08:00</updated><title type='text'>COMPULSÃO ALIMENTAR</title><content type='html'>COMPULSÃO ALIMENTAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      ANNA CLAUDIA QUEIROZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRANSTORNO COMER COMPULSIVO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP) pode ser considerado como um tipo de transtorno do comportamento alimentar situado entre a bulimia nervosa e a obesidade. A característica central do transtorno é o episódio de compulsão alimentar, mas, diferente da bulimia nervosa, o paciente não se engaja em comportamentos compensatórios para controle de peso (vômitos, abuso de laxativos, exercício excessivo) .Muito embora nem todos os pacientes que apresentam transtorno do comer compulsivo sejam obesos, grande parte deles evidenciam problemas de controle de peso corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O TCAP é freqüentemente associado ao termo binge eating, para descrever os episódios bulímicos. Como este termo pode ser traduzido?A tradução literal para o português seria “farra” ou “orgia alimentar”.No entanto,  podemos encontrar na literatura, os termos: “ataque de comer”, “episódios de compulsão alimentar” e “episódios bulímicos” para definir o episódio central do transtorno.É descrito, de maneira simplificada, como a ingestão de uma grande quantidade de alimentos, seguida do sentimento da perda do controle do seu comportamento.(Appolinário et al, 1995)&lt;br /&gt;Os critérios de Diagnósticos para o TCAP (Apêndice B - DSM IV) é descrito com episódios recorrentes de ataques de comer. Um episódio de ataque de comer é caracterizado por: o comer num breve período de tempo (ex. num período de 2 horas) uma quantidade de comida considerada definitivamente maior do que a maioria das pessoas comeria durante um período de tempo similar e em circunstâncias similares; há uma sensação de falta de controle durante os episódios, isto é, um sentimento de que não pode parar de comer ou controlar o que ou o quanto o indivíduo está comendo; os episódios de ataque de comer estão associados à pelo menos três (3) ou mais dos seguintes itens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Comer mais rápido do que o usual&lt;br /&gt;- Comer até se sentir inconfortavelmente “cheio”&lt;br /&gt;- Comer grandes quantidades de comida, sem se sentir com fome&lt;br /&gt;- Comer sozinho por se sentir constrangido com a quantidade que está comendo&lt;br /&gt;- Sentir-se decepcionado, deprimido, ou sentindo-se culpado após a superingestão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O ataque de comer provoca um marcante desconforto e é necessário ocorrer os episódios de ataque de comer ocorrem em média (2) vezes por semana durante seis meses e este  ataque de comer não está associado com o uso regular e inapropriado de comportamento compensatório (p. ex. do tipo purgativo, jejuns ou exercício excessivo) e não ocorre exclusivamente durante o curso de anorexia nervosa ou bulimia nervosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os estudos de Spitzer, Devlin et al  investigaram a prevalência e várias características clínicas dos pacientes com TCAP, comparando amostras de pacientes que procuram tratamento para emagrecer e amostras da população geral.Os estudos, tanto o primeiro quanto o segundo, indicavam que 30% dos pacientes que procuravam tratamento para perda de peso apresentavam o transtorno, enquanto que somente 2% da população geral preenchiam os critérios diagnósticos para o TCAP.A distribuição por sexos evidenciava um predomínio do sexo feminino na proporção de 3/2.(Spitzer, R.L. et al, Int. J. Eat Dis, 13, 1993)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria dos pacientes refere um início precoce dos episódios de compulsão alimentar, geralmente na infância ou adolescência. O uso de dietas começa normalmente após o aparecimento dos ataques de comer, diferente da bulimia nervosa.O paciente com TCAP evidencia uma história de vários tratamentos anteriores para controlar o peso.Evidenciam uma maior preocupação com a forma e a imagem corporal, aproximando-os dos pacientes com bulimia nervosa.Há uma relação direta entre o grau de obesidade e o TCAP. Os ataques de comer aumentam conforme o grau de obesidade medido pelo IMC. (Appolinário, Coutinho et al, 1995).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma falsa idéia de que todos os indivíduos com transtorno do comer compulsivo apresentam sobrepeso. Os estudos com população geral evidenciaram que somente a metade deles pode ser considerada como apresentando sobrepeso (IMC 27 ou mais).De maneira geral os pacientes com TCAP, em comparação com os pacientes com obesidade hiperfágica, evidenciam maior comprometimento no trabalho e nas relações sociais e uma elevação de psicopatologia associada (depressão maior, distimia e uso de substâncias psicoativas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÍNDROME DO COMER NOTURNO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome do comer noturno  afeta 1% a 3% da população.&lt;br /&gt;Normalmente o paciente apresenta anorexia pela manhã; ainda que a pessoa se alimente no café da manhã. Os episódios de hiperfagia ocorre à noite; pelo menos 50% do consumo calórico diário ocorre após a ultima refeição do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A insônia é freqüente e há pelo ao menos um despertar à noite. Se esses critérios são preenchidos por pelo ao menos 3 meses, pode-se diagnosticar SCN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O padrão alimentar é caracterizado por: ingestão alimentar ocorre antes do paciente deitar ou nos períodos que desperta do sono; a média do despertar é de 3 a 4 vezes durante a noite, e que 52% associa consumo alimentar com o acordar; os alimentos são ingeridos de 2 formas: Um episódio alimentar, onde a compulsão ocorre antes de dormir; e as “beliscadas” que o indivíduo acorda várias vezes durante a noite e come; os alimentos escolhidos são normalmente doces, carboidratos e lipídeos. O episódio de compulsão é pobre de proteína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente com SCN tem a sensação de falta de controle com relação à comida. É a primeira “beliscada” e perde-se o controle. Após o ato de comer compulsivamente se mobiliza a culpa. O hábito de comer sozinho e escondido é freqüente.Além da anorexia pela manhã, a alimentação durante o dia é restritiva, e se associa a um estado emocional de ansiedade, irritabilidade, fraqueza, fadiga, e pioram no final do dia.Descreveu-se que 2/3 dos pacientes com SCN tem insônia e estresse emocional.A depressão e abuso de substancias são comorbidades a serem consideradas ao se estabelecer o diagnóstico de SCN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diferenciar Síndrome do Comer noturno de Transtorno da compulsão alimentar periódica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horário específico para que ocorra o comportamento alimentar patológico. O TCAP não apresentam anorexia pela manhã, a compulsão ocorre em qualquer horário do dia.O transtorno do sono apresenta apenas na SCN.A preocupação com o peso e a forma corporal não se encontra no SCN como é manifestada no TCAP.A culpa e depressão após os episódios de compulsão estão presentes no TCAP e no SCN.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-8766354242856999515?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/8766354242856999515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/8766354242856999515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/compulsao-alimentar.html' title='COMPULSÃO ALIMENTAR'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4265673164568938380</id><published>2010-03-05T02:23:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T02:23:57.106-08:00</updated><title type='text'>TRANSTORNO ALIMENTAR: ANOREXIA</title><content type='html'>ANOREXIA NERVOSA&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;         ANNA CLAUDIA QUEIROZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O critério de diagnóstico pelo DSM-IV de anorexia é: a recusa a manter o peso corporal em um nível igual ou acima do mínimo normal adequado à idade e à altura (peso corporal abaixo de 85% do peso esperado); o medo intenso de ganhar peso ou de se tornar gordo, mesmo estando com peso abaixo do normal; há uma perturbação no modo de vivenciar o peso ou a forma do corpo, influência indevida do peso ou da forma do corpo sobre à auto-avaliação, ou negação do baixo peso atual; e no caso das mulheres pós-menarca, amenorréia, isto é, ausência de pelo menos três ciclos menstruais consecutivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A especificação do tipo de anorexia pode ser:do tipo Restritivo: durante o episódio atual de Anorexia Nervosa, o indivíduo não se envolveu regularmente em um comportamento de comer compulsivamente ou de purgação (auto-indução de vômito ou uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas);ou do tipo Compulsão periódica/Purgativo: durante o episódio atual de Anorexia Nervosa, o indivíduo envolveu-se regularmente em um comportamento de comer compulsivamente ou de purgação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conseqüências clínicas atribuídas à inanição decorrente da doença são: constipação, dor abdominal, intolerância ao frio, letargia e excesso de energia; hipotensão, hipertermia e pele seca, bradicardia; alguns pacientes desenvolvem lanugo (pêlos finos no tronco); a hipertrofia das glândulas salivares pode estar presente; os pacientes que induzem vômito podem ter erosão do esmalte dentário e alguns têm cicatrizes ou calos no dorso das mãos, causados pelo contato com os dentes; e a anemia, prejuízo da função renal, problemas cardiovasculares, osteoporose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prevalência da anorexia é mais observada em: taxas de prevalência de 0,5 a 1,0% entre mulheres na adolescência tardia e início da idade adulta – todos os critérios para a AN;a  idade média para o início da AN é de 17 anos, com picos aos 14 e aos 18 anos;é raro em mulheres com mais de 40 anos; dos pacientes que ingressam em hospitais universitários, a mortalidade a longo prazo por AN é de mais de 10%. A morte ocorre, com maior freqüência, por inanição, suicídio ou desequilíbrio eletrolítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diferenciar anorexia de bulimia?&lt;br /&gt;A preocupação patológica com o corpo e a excessiva auto-avaliação, baseadas no peso e na forma corporal, são sintomas nucleares tanto da AN quanto da BN. São freqüentes mais de 50% dos pacientes com AN desenvolver sintomas bulímicos, e pacientes inicialmente bulímicos desenvolverem, na evolução, sintomas anoréxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A demanda do tratamento geralmente é feita por um familiar. Há uma angústia instalada no outro ao se deparar com o adoecer de um parente próximo. O tratamento é multidisciplinar.O começo visa o estabelecimento da relação de transferência. Há dificuldades em estabelecer  diagnóstico em função da distorção da imagem corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento psicanalítico com pacientes com anorexia consiste em desenvolver na fala vazia a construção de um discurso. Deve-se propiciar o surgimento de um sujeito que sofre e demanda .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclui-se que entre a alienação e a separação, é preciso lutar, se necessário morrer, para viver.O tratamento deve fazer com que o terapeuta/analista se faça objeto do investimento pulsional. Para isto, é necessário escutar e perceber o vacilo e a demanda de inclusão de um outro na cena.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4265673164568938380?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4265673164568938380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4265673164568938380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/transtorno-alimentar-anorexia.html' title='TRANSTORNO ALIMENTAR: ANOREXIA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-6087875617665085888</id><published>2010-03-05T02:22:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T02:22:43.267-08:00</updated><title type='text'>TRANSTORNO ALIMENTAR: BULIMIA</title><content type='html'>IMIA NERVOSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   ANNA CLUDIA QUEIROZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1979, Russel propôs os seguintes critérios para a BN: a presença de uma poderosa e incontrolável urgência de comer em demasia, resultando em episódios de comer compulsivo; a existência de comportamentos cujo objetivo é evitar os efeitos “engordativos” do comer compulsivo, como a indução a vômitos, ou abuso de purgativos, ou ambos; o medo mórbido de engordar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sub tipos de bulimia são :tipo purgativo,aonde durante o episódio atual de bulimia nervosa, o paciente envolveu-se regularmente na auto-indução de vômitos ou no uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas; e do tipo sem purgação; que durante o episódio atual de BN, o paciente usou outros comportamentos compensatórios inadequados, tais como jejuns ou exercícios excessivos, mas não se envolveu regularmente na auto-indução de vômito ou no uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comportamento alimentar  inadequado encontrado na bulimia observado é por episódios recorrentes de compulsão alimentar, aonde se identifica a ingestão de grande quantidade de alimentos em um curto espaço de tempo. O indivíduo tem a sensação de perda de controle quando inicia comer . Depois dos episódios de comer compulsivo ocorrem dietas restritivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ciclo bulimico se caracteriza por determinada postura :o adolescente com alguma preocupação com a forma física decide realizar restrição dietética para perder algum peso , após perda do peso, persiste insatisfação , ocorrendo mais restrição e mais perda de peso . Os episódios de comer exagerado secundário à restrição gera  pavor de engordar ou recuperar o peso perdido, conseqüentemente é utilizado  métodos compensatórios inadequados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais complicações clínicas na bulimia são : gastroesofágicas; pele e anexos; alterações hormonais e problemas sistêmicos em geral .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento consiste um trabalho com a equipe multidisciplinar, utilizando-se dos seguintes recursos: psicofarmacológico (antidepressivos e estabilizadores do humor); orientação nutricional; tratamento médico clínico; e psicoterápico &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente quem demanda a psicoterapia? Há dificuldade no estabelecimento da transferência?Os conflitos familiares são constantes e o paciente apresenta muita instabilidade do humor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-6087875617665085888?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6087875617665085888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6087875617665085888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/transtorno-alimentar-bulimia.html' title='TRANSTORNO ALIMENTAR: BULIMIA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-7361587268008674782</id><published>2010-03-05T02:21:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T02:21:30.791-08:00</updated><title type='text'>OUTROS TRANSTORNOS ALIMENTARES</title><content type='html'>OUTROS TRANSTORNOS ALIMENTARES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    ANNA CLAUDIA QUEIROZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROEDOR PERPÉTUO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psiquismo tem correlação com a perspectiva biológica, e sofre alterações em seu funcionamento através de mediadores chamados neurotransmissores. A fome e o apetite, o impulso de comer, envolvem circuitos neurais complexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Marchesini há mecanismos cerebrais que fogem a toda estrutura da cavidade abdominal e que agi sobre o padrão alimentar. A química do cérebro deve ser manipulada se as substâncias químicas são afetadas pelo ato de comer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas substâncias regulam o estado emocional. Um exemplo, é  a baixa de serotonina, que leva o indivíduo à ingestão seletiva de carboidratos, que faz liberar L- triptofano. A ingestão alimentar é uma tentativa de correção fisiológica visando à regulagem dos neurotransmissores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No transtorno alimentar denominado roedor perpétuo é observado trocar alimentos caseiros por qualquer coisa mais acessível e do tipo industrializado. Normalmente é alimento que contém carboidratos e gordura e que possam ser ingeridos imediatamente.&lt;br /&gt;Identificado esta problemática se sugeri “que não mais a comida seja teu ‘remédio mas que o remédio seja o remédio”. Simone Marchesini&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÍNDROME GOURMET&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome gourmet ocorre em indivíduos preocupados (mais do que o normal) com a preparação, compra, apresentação de pratos especiais, diferentes e/ou exóticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PICA&lt;br /&gt;A pica é um transtorno alimentar que impulsiona o indivíduo a ingerir substâncias não comestíveis: sabonete, argila, gesso, casquinha de pintura, alumínio, cera, tijolo. Conseqüência de déficits alimentares sérios. Mas Também é um hábito cultural de certos  povos .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-7361587268008674782?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7361587268008674782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7361587268008674782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/outros-transtornos-alimentares.html' title='OUTROS TRANSTORNOS ALIMENTARES'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5880254214065232625</id><published>2010-03-05T02:19:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:20:09.602-08:00</updated><title type='text'>DISMORFIA CORPORAL E VIGOREXIA</title><content type='html'>IA &lt;br /&gt;                 A dismorfia corporal e o espelho da nossa época&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                              ANNA CLAUDIA QUEIROZ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O transtorno dismórfico corporal se caracteriza pela preocupação com um defeito imaginário. Um exemplo deste transtorno é a vigorexia, que etimologicamente significa em grego “Fealdade da fase”, ocorrendo predominantemente no sexo masculino. &lt;br /&gt;As características observadas em indivíduos que apresentam a vigorexia são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Aumento de exercício compulsivo&lt;br /&gt;- Aumento do uso de esteroites anabolizantes&lt;br /&gt;- Aumento do uso de suplementos nutricionais&lt;br /&gt;- Proliferação de tratamento de cosméticos para homens&lt;br /&gt;- Maior interesse por revista para desempenho e saúde&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;  Os anabóligos são Andrógenos que siginifiga: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Andras= masculino&lt;br /&gt;- Genicos= gerador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O uso de anabolizantes é antigo, pois desde o ano de 2700 a.c.,  eram usados pelos&lt;br /&gt; imperadores,  como estímulo.  Na Grécia antiga os atletas utilizavam em formas de  &lt;br /&gt; ervas. &lt;br /&gt; Os anabólicos visando melhorar o desempenho em atividade física,  foi relatado também em  1895, por  ciclistas ( peedball.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Histórico da testosterona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• 1930- Cientistas alemães descobriram a testosterona&lt;br /&gt;• 1940- Usada para reverter a menopausa masculina&lt;br /&gt;• 1950- capatacitação para criar mùsculos&lt;br /&gt;• 1954- Russos em Viena= Atletas&lt;br /&gt;• 1955= Fisiculturista&lt;br /&gt;• 1980= Perda da medalha de ouro.Superar recortes com ajuda clínica&lt;br /&gt;• 1988= 6% dos rapazes usam para finalidade estética&lt;br /&gt;• 1988= “corpo sarado”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatores motivadores que levam o uso de anabolizantes são, freqüentemente, segundo os usuários: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- “Melhorar auto-estima”&lt;br /&gt;- “Sentir mais seguro para conversar, andar na rua” e em compromissos profissionais&lt;br /&gt;- “Marketing pessoal”&lt;br /&gt;- Facilita as conquistas amorosas&lt;br /&gt;– Segurança, proteção&lt;br /&gt;- “Os caras vão invocar menos”&lt;br /&gt;- “Quanto melhor for o corpo, sinto-me menos intimidado”&lt;br /&gt;- Passar imagem de quem é destemido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns possíveis danos orgânicos, com o uso inadequado de anabolizantes,podem ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Câncer de próstata&lt;br /&gt;- Infertilidade por azoospêrmia&lt;br /&gt;- Efeitos feminilizantes (ginecomastia,...)&lt;br /&gt;- Conversão de testosterona em estrógeno&lt;br /&gt;- Conversão de testosterona em estrogênio&lt;br /&gt;- Icterísia&lt;br /&gt;- Carcinoma hepático por uso prolongado&lt;br /&gt;- Diminuição de globulina&lt;br /&gt;- Traumatismo dos ligamentos e tendões devido ao aumento excessivo dos músculos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Correto para se adquirir um corpo “Sarado” seria: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adquirir massa muscular realizando treinamento físico, sem uso de drogas&lt;br /&gt;- Substâncias indicadas: alimentos,visando equilíbrio do metabolismo&lt;br /&gt;- Se apenas o alimento for insuficiente, será indicado a complementação alimentar com proteínas, carboidratos, gorduras e oligoelementos&lt;br /&gt;-Ideal o acompanhamento nutricional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente quem apresenta vigorexia tem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Negação da problemática&lt;br /&gt;- Insatisfação com o corpo levando a inibições&lt;br /&gt;- Prática realizada entre os pares, pouco socializada&lt;br /&gt;- Instabilidade do humor ou depressão&lt;br /&gt;- Uso de substâncias psicoativas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5880254214065232625?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5880254214065232625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5880254214065232625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/dismorfia-corporal-e-vigorexia.html' title='DISMORFIA CORPORAL E VIGOREXIA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4227515176920374340</id><published>2010-03-05T02:18:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:19:00.217-08:00</updated><title type='text'>COMO PROCEDER COM RELAÇÃO À ALIMENTAÇÃO INFANTIL?</title><content type='html'>COMO PROCEDER COM RELAÇÃO À ALIMENTAÇÃO INFANTIL ?&lt;br /&gt;                                         &lt;br /&gt;          Adelle Moade Ribeiro Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comece cedo a prevenção &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A criança deve cultivar bons hábitos alimentares desde cedo. &lt;br /&gt;• O consumo de frutas e verduras deve ser estimulado logo que a criança saia do aleitamento materno.&lt;br /&gt;• Não desista diante da primeira recusa da criança em experimentar um novo alimento. Pesquisas mostram que se deve mostrar o mesmo alimento até oito vezes para uma criança até ela aceitá-lo&lt;br /&gt;• Na primeira vez o alimento “novo” deve ser misturado a coisas que a criança gosta de comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não utilize o alimento como Recompensa nem como Punição &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;•  Nunca utilize os alimentos preferidos da criança desta forma. &lt;br /&gt;• “Se não comer a salada não vai ao cinema, isso só faz com que o ódio e aversão pela salada aumentem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fazer dietas restritivas e nem proibir alimentos. Submeter a criança  a dietas restritivas pode causar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Problemas no crescimento&lt;br /&gt;• Deficiências no desenvolvimento cognitivo&lt;br /&gt;• Favorecer o desenvolvimento de distúrbios alimentares (compulsão e anorexia).&lt;br /&gt;• A restrição de alimentos leva a compulsão.&lt;br /&gt;• Restringir o fast food, por exemplo, só vai isolar a criança e privá-la do convívio social. Deve-se controlar o acesso a este tipo de alimentação, não restringir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Incentivar a Pratica de Exercícios &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Não “mande” seu filho se exercitar, mas escolha uma atividade que ele goste, só assim a criança será capaz de praticá-la regularmente. &lt;br /&gt;• Os pais também devem dar o exemplo e compartilhar o habito do exercício.&lt;br /&gt;• Não são necessárias “horas” de atividade física; para uma criança sedentária, essa atividade pode começar com um simples passeio com o cachorro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe as Emoções do seu Filho &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Certos comportamentos como comparações entre irmãos ou certos modelos de comportamento devem ser evitados. Ex: criança ideal.&lt;br /&gt;• Ou situações de stress e ansiedade como brigas e separações, carência afetiva-atitude de compensação através da alimentação.&lt;br /&gt;• Geralmente a criança gorda ou magra demais terá problemas de auto-estima, porque a gordura e a magreza excessiva são visíveis, e, servem de motivo para brincadeiras e provocação de outras crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dê o exemplo &lt;br /&gt;• A criança come “mal” porque aprendeu com alguém, ou foi está sendo ensinado e autorizado por alguém.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4227515176920374340?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4227515176920374340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4227515176920374340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/como-proceder-com-relacao-alimentacao.html' title='COMO PROCEDER COM RELAÇÃO À ALIMENTAÇÃO INFANTIL?'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4466146457644142484</id><published>2010-03-05T02:17:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T02:17:31.979-08:00</updated><title type='text'>OBESIDADE INFANTIL</title><content type='html'>OBESIDADE INFANTIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                               &lt;br /&gt;                   Adelle Moade Ribeiro Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a OMS, Organização Mundial de Saúde, deve-se adotar novas políticas governamentais  (saúde, educação, mídia), com relação a obesidade infantil, pois este problema causa na criança um impacto no seu desenvolvimento físico e emocional, e na sociabilização , podendo desencadear depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As estatísticas sinalizam que 30% dos adultos obesos foram crianças obesas (Castro e Morgan, 2006). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil a obesidade infantil aumentou 5 vezes nos últimos 20 anos. Observou-se que na Região Nordeste o aumento foi  de 4%, enquanto na Região Sudeste foi  de 6%. .Contrariamente, a desnutrição diminuiu, segundo a Abeso (Associação Brasileira para estudo da Obesidade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IMC ,  Índice da massa corpórea,  não se aplica a crianças. Calcula-se a presença de obesidade infantil a partir de percentis, relacionando curvas específicas de acordo com idade e sexo. Pode-se considerar que o percentil de 85 a criança possui um sobrepeso, enquanto de 95 é considerada  obeso. (National Center for Hea.lth Statistics, 2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Nos Pré-Natais a exposição à desnutrição e hiperglicemia ocasiona um retardo no&lt;br /&gt;       crescimento intra-uterino, possibilitando, com freqüência , aos 5 anos e  na    &lt;br /&gt;       adolescência o surgimento da obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aspecto genético é responsável por 40% a 70%  no desencadear do sintoma obesidade na infância. Se nenhum dos pais é obeso, a possibilidade de ser  é de 20%, se um é 40% e se ambos os pais são obesos a probabilidade é de 80%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros fatores de risco para o desenvolvimento da obesidade infantil são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Síndromes Genéticas&lt;br /&gt;• Síndrome de Down&lt;br /&gt;• Prader- Willi, Neste caso a. obesidade no 1º ano de vida  se agrava, levando a um  retardo desenvolvimento psicomotor,  aonde o indivíduo não tem saciedade, comendo até finalizar o alimento que está ao seu alcance. &lt;br /&gt;• Medicamentos, tais como: corticosteróides, drogas antípsicóticas, risperidona, carbamazepina, gerando ganho de peso.&lt;br /&gt;• Lesões do sistema nervoso (hipotálamo)&lt;br /&gt;• Síndrome da obesidade hipotalâmica&lt;br /&gt;• Doenças Endócrinas&lt;br /&gt;• Hipotireoidismo, hipercortisolismo &lt;br /&gt;• sedentarismo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Papel do psicólogo na obesidade infantil é avaliar os aspectos psíquicos existentes, a relação da criança com o grupo social, a dinâmica familiar , e a sua relação com a imagem corporal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento deve ser realizado por uma equipe multiprofisional, É relevante  ter o cuidado com a ambivalência em relação à comida, entre os aspectos Proibido X Permitido. Os métodos Coercitivos, enfocando a aversão atualmente é questionado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o consenso Latino Americano em Obesidade o tratamento deve-se consistir em: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Prevenção&lt;br /&gt;• Informação nutricional nos rótulos dos alimentos. &lt;br /&gt;• Currículos escolares com aulas de educação física e educação alimentar. &lt;br /&gt;• Cantinas escolares com alimentos saudáveis&lt;br /&gt;• Espaços de lazer, ciclovias. A atividade física é relevante no tratamento da obesidade.&lt;br /&gt;• Regulamentar programas, diminuindo divulgação de alimentos hipercalóricos nos meios de comunicação.&lt;br /&gt;• Não associar alimentos hipercalóricos com obtenção de brindes e brinquedos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nutricionista Suzana Franciscato realiza um trabalho nutricional enfatizando os benefícios dos alimentos, não enfocando o aspecto proibitivo, pois, psicologicamente a sensação de privação pode gerar ansiedade, e conseqüentemente, aumento da compulsão alimentar, agravando a obesidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maiores detalhes sobre esta abordagem nutricional, entrar em contato com o seguinte&lt;br /&gt; e-mail: www.nutriamigos.com.br  - Suzana Franciscato (nutricionista)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4466146457644142484?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4466146457644142484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4466146457644142484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/obesidade-infantil_05.html' title='OBESIDADE INFANTIL'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4682679904122527780</id><published>2010-03-05T02:14:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:16:10.810-08:00</updated><title type='text'>TRANSTORNOS ALIMENTARES NA INFÂNCIA</title><content type='html'>TRANSTORNOS ALIMENTARES NA INFÂNCIA &lt;br /&gt;                                        Adelle Moade Ribeiro Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O transtorno alimentar com início na infância se caracteriza quando a problemática  se desencadeia antes dos 14 anos de idade.&lt;br /&gt;A recusa alimentar e inapetência é mais freqüente na infância entre os 14 meses aos 5 anos. &lt;br /&gt;Observa-se que no primeiro ano esta postura de negação alimentar está vinculada a experiências subjetivas (ansiedades,desaceleração do crescimento). Aos 3 anos, a criança se utiliza da recusa como maneira de discriminar sua vontade ao do outro, como uma forma de controle do ambiente, ou por preferência pelo que gênero alimentício que tenha conhece , tendo dificuldade de experimentar algo novo, denominado como neofobia..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os transtornos alimentares na infância observados são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anorexia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Mais freqüente em meninas. &lt;br /&gt;• Há dificuldade no Diagnóstico , pois não se utiliza como referência o IMC na infância, e a amenorréia (falta de menstruação), outro fator de referência para diagnosticar a anorexia,  não é possível quando criança.&lt;br /&gt;• A anorexia no menino ocorre em decorrência da preocupação com a forma, e na menina com o peso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bulimia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Início cada vez mais cedo (10 a 19 anos)&lt;br /&gt;• É semelhante  com a bulimia dos adultos&lt;br /&gt;• Inicialmente apresenta o Transtorno de Compulsão Alimentar Periódica, que são episódios de compulsão alimentar, seguido de estratégia visando eliminar as calorias ingeridas, tais como: vomito; uso de laxante ou purgativo e exercício físico em excesso.&lt;br /&gt;• A preocupação pelo possível ganho de peso está sempre presente, assim como pela imagem corporal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seletividade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Preocupação excessiva por ingerir alimentos baseados em marcas (ex: sorvete Kibon) e a forma como são preparados. &lt;br /&gt;• Não conseguem experimentar novos alimentos&lt;br /&gt;• Normalmente apresentam dificuldades Sociais, principalmente eventos que envolvam refeições. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recusa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Não há medo mórbido de engordar nem distúrbio de imagem corporal&lt;br /&gt;• Há um transtorno emocional primário ou doença física&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disfagia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Medo de engolir, engasgar, vomitar – situações traumáticas precipitantes . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A característica essencial da Pica é o consumo persistente de substâncias não nutritivas por um período de pelo menos 1 mês &lt;br /&gt;• Bebês e crianças mais jovens tipicamente comem tinta, reboco, cordões, cabelos ou tecidos. &lt;br /&gt;• Crianças mais velhas podem comer fezes de animais, areia, insetos, folhas ou pedregulhos. &lt;br /&gt;• Adolescentes e adultos podem consumir argila ou terra. Não existe aversão à comida. &lt;br /&gt;• Este comportamento deve ser inapropriado em termos evolutivos,  e não deve fazer parte de uma prática culturalmente aceita . &lt;br /&gt;• A Pica tem seu início na primeira infância e ocorre ocasionalmente, em mulheres grávidas&lt;br /&gt;• Na maioria dos casos, o transtorno provavelmente dura vários meses, depois apresentando remissão&lt;br /&gt;• Pode ocorrer durante o curso de outros transtornos mentais (por ex., na esquizofrenia, em decorrência de crenças delirantes). &lt;br /&gt;• Procura do tratamento - quando o indivíduo se apresenta com alguma das várias complicações médicas gerais resultantes, tais como: envenenamento por chumbo em conseqüência da ingestão de tinta ou reboco com tinta; problemas mecânicos nos intestinos; obstrução intestinal decorrente da ingestão de bolas de cabelo; perfuração intestinal ou infecções tais como toxoplasmose como resultado da ingestão de fezes ou terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transtorno da Ruminação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A característica essencial do Transtorno de Ruminação consiste na repetida regurgitação e remastigação de alimentos, que se desenvolve em um bebê ou criança após um período de funcionamento normal e dura por pelo menos 1 mês . &lt;br /&gt;• O alimento parcialmente digerido é regurgitado sem náusea, esforço para vomitar, repugnância ou transtorno gastrintestinal aparentes. O alimento é então ejetado da boca ou, mais comumente, mastigado e engolido de novo.&lt;br /&gt;• Os sintomas não são devido a uma condição gastrintestinal ou outra condição médica geral associada (por ex., refluxo esofágico). &lt;br /&gt;• Maior freqüência em bebês, mas pode ser visto em indivíduos mais velhos, particularmente naqueles que também apresentam Retardo Mental. &lt;br /&gt;• O Transtorno de Ruminação parece ser incomum. É possível que ocorra com maior freqüência no sexo masculino.&lt;br /&gt;• Idade de início está entre os 3 e os 12 meses e a remissão é espontânea. &lt;br /&gt;• A ruminação deve ser diferenciada do vômito normal da primeira infância - natureza aparentemente voluntária da ruminação.&lt;br /&gt;• O Transtorno de Ruminação não é diagnosticado se os sintomas ocorrem exclusivamente durante o curso de Anorexia Nervosa ou Bulimia Nervosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transtornos Alimentares da 1ªInfância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Segundo o DSM IV, a  Perturbação na alimentação, manifestada por fracasso persistente em comer ou mamar adequadamente, com fracasso em ganhar peso, ou perda significativa de peso, ocorre ao longo de pelo menos 1 mês.&lt;br /&gt;•  A perturbação não se deve a uma condição gastrintestinal ou outra condição médica geral associada (por ex., refluxo esofágico)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4682679904122527780?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4682679904122527780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4682679904122527780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/obesidade-infantil.html' title='TRANSTORNOS ALIMENTARES NA INFÂNCIA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4970715856224489371</id><published>2010-03-05T02:06:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:08:02.991-08:00</updated><title type='text'>VULNERABILIDADE PSÍQUICA E SINTOMAS PSICOLÓGICOS EM PACIENTES APÓS A CIRURGIA BARIÁTRICA</title><content type='html'>VULNERABILIDADE PSÍQUICA E SINTOMAS PSICOLÓGICOS EM PACIENTES APÓS A CIRURGIA BARIÁTRICA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz, Niraldo de Oliveira Santos, Roberto Kikko, Moacir Fernandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: O tratamento cirúrgico da obesidade mórbida é uma alternativa cada vez mais utilizada, em decorrência do sucesso na redução do peso Sintomas de ordem psíquica são descritos em pacientes após gastroplastia, embora a literatura aponte para a importância de avaliar a pré-existência destes sintomas antes de tecermos associações dos mesmos ao procedimento cirúrgico. Do ponto de vista psicológico, a cirurgia bariátrica exige do paciente importantes adaptações às mudanças no pós-operatório.O acompanhamento psicológico, nestes casos, tende a obter maior eficácia quando se conseguem diagnosticar com maior precisão os períodos críticos do paciente após gastroplastia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: A finalidade deste estudo foi avaliar as fases de maior vulnerabilidade psíquica do paciente submetido à cirurgia de obesidade, e avaliar a qualidade de vida e a presença de sintomas psíquicos em pacientes pós-cirúrgicos, em comparação ao estado anterior referido pelos mesmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos: Estudo transversal com a utilização de questionário desenvolvido pelos pesquisadores, contendo itens de identificação da amostra e Entrevista Psicológica Semi-dirigida. Foram incluídos 70 pacientes, que haviam se submetido à cirurgia bariátrica em momentos variados em relação ao procedimento cirúrgico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados: Dos pacientes investigados, 81% eram do gênero feminino, 50% possuíam idade entre 41 e 60 anos. Dos pacientes, 65% possuíam tempo de cirurgia entre 2 e 4 anos. O método “Capela” foi utilizado em 90% dos pacientes. Na ocasião do procedimento cirúrgico, 76% dos pacientes possuíam IMC acima de 41. Na ocasião do estudo, 68% apresentavam IMC entre 21 e 30. Quando avaliados acerca da presença de depressão, ansiedade e comer compulsivo, os dados observados antes da cirurgia foram, respectivamente, 58%, 88% e 86%. No momento do estudo, a presença de depressão foi referida em 26%, ansiedade, 43% e compulsão alimentar 18%. Dos pacientes investigados, 42% realizaram algum tipo de acompanhamento psicológico e 25% acompanhamento psiquiátrico após a cirurgia. Em relação as etapas vivenciadas no pós operatório constatou-se que: no 1º mês de cirurgia, os pacientes fizeram referências às mudanças corporais, decorrentes da intervenção cirúrgica; entre o 2º e o 3º mês o enfoque principal é a construção de um cardápio particular,e a alimentação passa a ser incluída na (re)socialização; por volta do 6º mês, foram relatadas aumento das atividades relacionais e sociais, culminando com o surgimento de conflitos e de exigências adaptativas. A referência aos efeitos colaterais perpassa os diversos estágios e merece ser considerada. Ocorre maior probabilidade de deslocamentos sintomáticos após o sexto mês de cirurgia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Evidenciamos que no 1º mês após a cirurgia, bem como após o primeiro semestre, os pacientes mostram-se mais vulneráveis, favorecendo a eclosão de sintomas psíquicos que merecem intervenção cuidadosa por parte do psicólogo. A perda de peso e as mudanças decorrentes tanto podem fazer com que sintomas psíquicos fiquem ainda mais evidentes nos sujeitos operados, como também podem impulsioná-los a buscar novas estratégias de enfrentamento de situações antes paralisadoras. Conclui-se que é evidente a importância do acompanhamento psicológico, contribuindo com a melhora da qualidade de vida e na adaptação das mudanças inerentes a cirurgia bariátrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-Chaves: Cirurgia bariátrica. Vulnerabilidade psíquica. Sintomas psicológicos. Qualidade de vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4970715856224489371?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4970715856224489371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4970715856224489371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/vulnerabilidade-psiquica-e-sintomas.html' title='VULNERABILIDADE PSÍQUICA E SINTOMAS PSICOLÓGICOS EM PACIENTES APÓS A CIRURGIA BARIÁTRICA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4796885371633581025</id><published>2010-03-05T02:03:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:05:05.015-08:00</updated><title type='text'>GESTO- GRUPO ESPECIALIZADO NO TRATAMENTO DA OBESIDADE</title><content type='html'>GESTO-GRUPO ESPECIALIZADO NO TRATAMENTO MULTIPROFISSIONAL DA OBESIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Anna Claudia Queiroz, Ana Rita Azevedo, Rosangela Araújo, Maria Lúcia Rebello, Lorena Lins, Irtes Ferreira, Andrea Pinchelli, Bruna Oneda, Patricia Pinchelli,Juliana Sales,&lt;br /&gt;Catarina Harmbacher, Elaine Azevedo, Michele Pereira De Lima, Ana Lúcia Villaron, &lt;br /&gt;Marco Pinheiro, Ana Silvia Pacheco Rosa, Roberto Kikko, Moacir Fernandes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: A obesidade se caracteriza pelo aspecto multifatorial em seu desencadeamento e na sua manutenção. Conseqüentemente, é relevante o tratamento dessa sintomatologia por uma equipe multiprofissional. Objetivo: Visando intervir nos vários aspectos inerentes a obesidade, uma opção de tratamento é o trabalho conjunto de diversas especialidades. A presente forma de tratar vem sido utilizado pelo GESTO - Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade - na UNIMED de São José dos Campos/SP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Método: O GESTO é uma equipe multiprofissional composta por médicos, psicólogos, nutricionistas, gastrônomo; educadores físicos, fisioterapeutas e enfermeiro. O programa é destinado a pacientes com obesidade clínica, obesidade mórbida e pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica, que são encaminhados pelos médicos cooperados da UNIMED - São José dos Campos. A triagem é realizada pela enfermagem, e tem por objetivo constatar se o paciente tem indicação para o programa. Posteriormente, ocorre a entrevista inicial, realizada pela equipe de psicologia, através de duas consultas, com a finalidade de realizar um psicodiagnóstico, utilizando-se da entrevista clínica e dos questionários de avaliação. No primeiro atendimento psicológico, após o acolhimento do paciente no programa GESTO, é aplicado o Inventário Sobre Peso e Estilo de Vida (WALI) e o PRIME MD (avaliação de distúrbios mentais para atenção primária). A segunda entrevista tem por objetivo permitir ao paciente relatar sua história de vida, sua relação com o sintoma obesidade, e as motivações, conscientes e inconscientes, que o fizeram procurar o tratamento, clínico ou cirúrgico, da obesidade. Após a realização do psicodiagnóstico, os pacientes são direcionados para os grupos. O tratamento no GESTO é realizado por grupos terapêuticos e informativos. O grupo obesidade clínica tem como objetivo identificar os aspectos psíquicos inerentes ao desencadear do sintoma obesidade e sua manutenção, como também a relação do sujeito com sua alimentação e os cuidados corporais.O grupo destinado aos pacientes candidatos à cirurgia bariátrica também propicia a percepção sobre as motivações que o mobilizaram a optar pela intervenção cirúrgica, e a prepará-lo para o pós-operatório. O grupo para os pacientes que se submeteram a gastroplastia possibilita auxiliar as mudanças inerentes à cirurgia, que se inicia com a mudança no aparelho digestivo e na alimentação, e posteriormente com as mudanças corporais, decorrentes do processo de emagrecimento (imagem corporal, excesso de pele). No GESTO o trabalho do nutricionista, gastrônomo, fisioterapeuta e educador físico têm por finalidade informar e orientar aspectos relacionados à alimentação e a corporalidade. A psicologia tem por objetivo avaliar e intervir na dinâmica psíquica do sujeito e na sua relação com o alimento e o corpo, propiciando uma mudança subjetiva relativa ao sintoma, viabilizando a implicação do paciente com o seu adoecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Conclusão: O tratamento da obesidade pela equipe multiprofissional tem se mostrado uma estratégia eficaz, pois esta sintomatologia se caracteriza por apresentar aspectos multifatoriais. Conseqüentemente, o trabalho conjunto com as diversas especialidades, propicia o paciente a elaborar os vários fatores inerentes ao sintoma, e a se responsabilizar pelas mudanças de seu estilo de vida, auxiliando no tratamento médico, clínico ou cirúrgico, da obesidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-Chaves: Alimentação, Corporalidade, Obesidade, Equipe multiprofissional, Tratamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4796885371633581025?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4796885371633581025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4796885371633581025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/gesto-grupo-especializado-no-tratamento.html' title='GESTO- GRUPO ESPECIALIZADO NO TRATAMENTO DA OBESIDADE'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-2470506667158605067</id><published>2010-03-05T02:01:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:02:50.475-08:00</updated><title type='text'>EMAGRECER OU SER EMAGRECIDO?RESPONSABILIDADE DO SUJEITO E DEMANDA DIRIGIDA À CIÊNCIA</title><content type='html'>EMAGRECER OU SER EMAGRECIDO?RESPONSABILIDADE DO SUJEITO E DEMANDA DIRIGIDA À CIÊNCIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz,Lorena Lis; Rosangela Araújo, Ana Rita Azevedo, Maria Lúcia Rebello, Irtes Ferreira, Andrea Pinchelli, Bruna Oneda, Patricia Pinchelli,Juliana Sales,&lt;br /&gt;Catarina Harmbacher, , Ana Lúcia Villaron,, Ana Silvia Pacheco Rosa, Roberto Kikko, Moacir Fernandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: Um hábito é constituído por premissas e inferências, fundamentando uma crença. As crenças são elementos que norteiam os desejos e a ação do ser humano. Quando há dúvidas relativas às crenças, freqüentemente desencadeia angústia, mobilizando o sujeito a estabelecer uma nova rede de crenças. A obesidade se caracteriza pelo excesso de gordura corporal, e se desenvolve a partir de hábitos inadequados relativos à alimentação e aos cuidados corporais. Freqüentemente o paciente obeso deseja realizar mudanças de hábitos visando o emagrecimento, porém não apresenta recursos internos para sua realização. O tratamento no GESTO-Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade - visa instaurar dúvidas relativas aos hábitos vigentes do obeso, com relação à comida e ao corpo, responsáveis pelo excesso de peso. Posteriormente se oferece uma nova rede de informações, visando fixar novas crenças. Porém, as informações apresentadas são elaboradas pelo sujeito, respeitando sua singularidade, viabilizando ocorrer uma mudança subjetiva frente ao sintoma obesidade e a resignificar os hábitos relacionados à alimentação e a corporalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Objetivo: Este trabalho tem por objetivo apresentar uma forma de tratamento para a obesidade, realizado por uma equipe multiprofissional, com a finalidade de possibilitar o sujeito a realizar mudanças dos hábitos relacionado a alimentação e ao corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos: Análise quantitativa e qualitativa dos atendimentos realizados no período de Abril a Dezembro de 2008, na Unimed de São José dos Campos, em 174 pacientes, com o IMC maior que 35, para tratamento clínico e cirúrgico da obesidade, ou que já se submeteram a cirurgia bariátrica. Resultados: Da população atendida, 19% eram do gênero masculino e 81% feminino. Observou-se, no decorrer dos atendimentos, um contraste nos resultados entre os pacientes candidatos à cirurgia bariátrica e os que estão realizando o tratamento clínico da obesidade. Nos pacientes que esperam a realização da gastroplastia não houve um emagrecimento significativo, enquanto entre os pacientes do tratamento clínico ocorreu uma média de perda de peso por período (tempo do programa) de 3,62 kg. A partir da percepção da perda de peso, e no relato dos pacientes nas entrevistas com a equipe multiprofixssional, constatou-se diferentes posturas visando o emagrecimento. O grupo do tratamento clínico da obesidade aderiu às orientações do programa, mesmo que inserir os novos hábitos tenha sido gradativo. Os candidatos à gastroplastia apresentaram resistência, solicitando constantemente a intervenção cirúrgica imediata. A crença que a única forma de emagrecer é através da cirurgia bariátrica é evidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: No tratamento visando uma mudança de hábitos alimentares e dos cuidados corporais, juntamente com a intervenção na dinâmica psíquica, tendo como um dos objetivos a perda de peso, os resultados se diferenciaram, dependendo da crença do paciente com relação a possíveis estratégias de emagrecimento, como a opção pela cirurgia bariátrica Conseqüentemente, é relevante no decorrer dos atendimentos pela equipe multiprofissional, enfatizar a importância das mudanças de hábitos, independente se o tratamento da obesidade for clínico ou cirúrgico, auxiliando o obeso na construção de uma nova rede de crenças relativa a alimentação e aos cuidados corporais, possibilitando uma melhora na qualidade de vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-Chaves: Implicação subjetiva, Crenças, Obesidade, Psicanálise, Resultados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-2470506667158605067?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2470506667158605067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2470506667158605067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/emagrecer-ou-ser-emagrecidoresponsabili.html' title='EMAGRECER OU SER EMAGRECIDO?RESPONSABILIDADE DO SUJEITO E DEMANDA DIRIGIDA À CIÊNCIA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-3831283466207242495</id><published>2010-03-05T01:59:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T02:00:38.955-08:00</updated><title type='text'>OBESIDADE E COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS: SINTOMAS PARALIZADORES DA VIDA</title><content type='html'>OBESIDADE E COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS: SINTOMAS PARALIZADORES DA VIDA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz,Lorena Lins, Ana Rita de Azevedo, Rosangela Araújo, Maria Lúcia Rebello, , Irtes Ferreira, Andrea Pinchelli, Bruna Oneda, Patricia Pinchelli,Juliana Sales,&lt;br /&gt;Catarina Harmbacher, Elaine Azevedo, Michele Pereira De Lima, Ana Lúcia Villaron, &lt;br /&gt;Marco Pinheiro, Ana Silvia Pacheco Rosa, Roberto Kikko, Moacir Fernandes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: O sintoma pode emergir como uma resposta ao real. O desencadear de uma sintomatologia, muitas vezes, está associado com a vivência de uma situação traumática, de difícil elaboração psíquica. Em determinadas situações, observa-se que alguns sintomas emergem de conflitos vivenciados pelo sujeito, paralizando-o frente à vida, e levando-o a obter ganhos secundários com o adoecer. A obesidade, como também alguns transtornos psiquiátricos, justifica, para muitos pacientes, uma série de impedimentos na obtenção de sucesso na vida afetiva e profissional. Objetivo: Verificar o quanto o desencadear do sintoma obesidade, associado com alguns transtornos psiquiátricos, está relacionado com uma situação vivenciada, de difícil elaboração psíquica, e se a sua manutenção é decorrente de algum ganho secundário que se obtém com o adoecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Métodos: Análise quantitativa e qualitativa dos atendimentos realizados no período de Abril a Dezembro de 2008, na Unimed de São José dos Campos/ SP. O total de pacientes atendidos foi de 174. Além da entrevista clínica, utilizou-se o Inventário Sobre Peso e Estilo de Vida (WALI) e o PRIME MD (avaliação de distúrbios mentais para atenção primária). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados: Da amostra, 19% era do gênero masculino, e 81 % do gênero feminino. Os transtornos psiquiátricos não foram identificados em 19% dos pacientes, sendo que os demais apresentaram entre um (16%), dois (30%) e até três (35%). das comorbidades psiquiátricas. O transtorno depressivo foi o mais freqüente, atingindo 119 pacientes, seguido do transtorno de ansiedade, com 110 pacientes. O distúrbio de pânico estava presente em 15 pacientes. Os transtornos psiquiátricos referentes à alimentação, tais como compulsão alimentar ou bulimia, foram diagnosticados em 65 sujeitos. Observou-se um índice elevado das comorbidades psiquiátricas associada ao sintoma obesidade. No relato da história de vida do sujeito, verificou-se uma relação do desencadear das referidas sintomatologias a uma situação de difícil elaboração psíquica, muitas vezes justificando a paralização frente à vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: O sintoma obesidade, associada a outros transtornos psiquiátricos, parece ser um recurso psíquico que visa à defesa do sujeito a uma situação traumática. A remoção do sintoma obesidade, através da cirurgia bariátrica, por exemplo, sem cuidar dos aspectos psíquicos inerentes ao seu desencadear e sua manutenção, leva a uma grande probabilidade de substituição por outros sintomas, outras compulsões ou reganho de peso. Já no tratamento clínico da obesidade, se o sintoma tem uma função para o sujeito, e este não for tratado, o paciente apresenta dificuldades no emagrecimento, ou grande possibilidade de reganho de peso após emagrecer. Conseqüentemente, há um significado no sintoma, um sentido, que necessita de um código de decifração. O tratamento psicanalítico com pacientes obesos é uma possibilidade que viabiliza a constatação da função do sintoma, seja o excesso de peso, como as comorbidades psiquiátricas associadas. Tratar os ganhos secundários que se obtém com o adoecer é fundamental, auxiliando o sujeito na perda: do peso, dos ganhos secundários, do direito de se acomodar na vida profissional, e do direito de se acomodar na vida pessoal, propiciando-o a se defrontar com vivências psíquicas novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-Chaves: Obesidade, Transtornos psiquiátricos, Ganhos secundários, tratamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-3831283466207242495?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3831283466207242495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3831283466207242495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/obesidade-e-comorbidades-psiquiatricas.html' title='OBESIDADE E COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS: SINTOMAS PARALIZADORES DA VIDA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5582671413600990653</id><published>2010-03-05T01:56:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T01:57:58.470-08:00</updated><title type='text'>O CORPO COMO RASCUNHO DAS EMOÇÕES: DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES À OBESIDADE MÒBIDA E O SEU RETORNO À PALAVRA</title><content type='html'>O CORPO COMO RASCUNHO DAS EMOÇÕES: DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES À OBESIDADE MÒBIDA E O SEU RETORNO À PALAVRA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz, Rosangela Araújo, Ana Rita Azevedo, Maria Lúcia Rebello, Lorena Lins, Irtes Ferreira, Andrea Pinchelli, Bruna Oneda, Patricia Pinchelli,Juliana Sales,&lt;br /&gt;Catarina Harmbacher, Elaine Azevedo, Michele Pereira De Lima, Ana Lúcia Villaron, &lt;br /&gt;Marco Pinheiro, Ana Silvia Pacheco Rosa, Roberto Kikko, Moacir Fernandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: A construção da identidade se estabelece na relação do sujeito com o seu corpo. É no complexo de Édipo que se realiza esta percepção.A função do pai na relação Edípica é estruturante do ponto de vista inconsciente, possibilitando o recalque originário, levando a criança a renunciar o objeto inaugural de seu desejo, tornando-o inconsciente. O significante Nome-do-pai produz o simbólico da linguagem, tendo como função perpetuar o objeto originário do desejo, atualizando a castração e propiciando o sujeito a simbolizar. Quando ocorrem as falhas daquele que poderia dizer “não”, no corte que possibilita o indivíduo a falar, o corpo passa a falar. O corpo como o rascunho das emoções, expressando as angústias e marcas da história de vida do sujeito. Apresentando dificuldade em simbolizar, o sintoma manifesto no corpo é uma nova nomeação, uma marca. O fato de o psíquico repousar sobre o orgânico facilita o desencadear de adoeceres. &lt;br /&gt;É o analista que provoca novas formas de simbolização, levando o sujeito a não mais utilizar o corpo como rascunho das emoções, e sim a palavra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: O objetivo deste trabalho foi apresentar uma possibilidade de intervenção que convoque o sujeito à palavra. É solicitado ao sujeito relatar sua história, com a finalidade de refletir sobre o seu sintoma, com o seu sofrimento e com a suas experiências de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos: Os dados apresentados são registros do atendimento de um caso clínico e da discussão em supervisão, de uma paciente que apresentou na adolescência sintomas de anorexia e bulimia nervosa, e atualmente se submeteu à cirurgia bariátrica, por apresentar uma obesidade mórbida &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados: Na avaliação psicológica da cirurgia bariátrica é solicitado ao paciente relatar sua história de vida como possibilidade do sujeito elaborar suas vivências e o seu sintoma, a obesidade. ELA é candidata à cirurgia bariátrica, pois apresenta 163 kg. Ao recordar a sua infância menciona a postura de um pai agressivo, porém omisso na educação. A mãe era ausente em decorrência do medo que apresentava do marido, havendo falhas na maternagem. ELA na adolescência não era obesa, mas ao se olhar no espelho, achava que estava gorda, e passa a se utilizar a estratégia de comer e vomitar, e posteriormente de não comer, desencadeando sintomas de bulimia e anorexia nervosa. O sintoma de anorexia e a desnutrição geram a sensação de fragilidade. Um dia, a paciente é ameaçada fisicamente pelo pai e sente a necessidade de estar mais forte, voltando a comer compulsivamente, desencadeando uma obesidade mórbida, tendo a sensação de ter um corpo forte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Conclui-se que o indivíduo que apresenta dificuldades em expressar as suas emoções verbalmente, utiliza o sintoma como a marca e escrita em seu corpo. O atendimento clínico teve como objetivo provocar o paciente a falar, a passar a usar as palavras como expressão, não mais o corpo. Ao constatar a função dos sintomas, que são os transtornos alimentares e a obesidade, surge a possibilidade de o sujeito a não fazer mais do corpo o rascunho das emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-Chaves: Transtornos alimentares, Obesidade Mórbida, Cirurgia bariátrica, Corpo, Somatização.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5582671413600990653?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5582671413600990653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5582671413600990653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/o-corpo-como-rascunho-das-emocoes-dos.html' title='O CORPO COMO RASCUNHO DAS EMOÇÕES: DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES À OBESIDADE MÒBIDA E O SEU RETORNO À PALAVRA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-2096674767365046131</id><published>2010-03-05T01:54:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T01:55:36.934-08:00</updated><title type='text'>A RELAÇÃO DO SUJEITO CONTEMPORÂNEO COM O CORPO: O DESENCADEAR DE TRANSTORNOS ALIMENTARES E A OBESIDADE</title><content type='html'>A RELAÇÃO DO SUJEITO CONTEMPORÂNEO COM O CORPO: O DESENCADEAR DE TRANSTORNOS ALIMENTARES E A OBESIDADE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz, Rosangela Araújo, Ana Rita Azevedo, Maria Lúcia Rebello, Lorena Lins, Irtes Ferreira, Andrea Pinchelli, Bruna Oneda, Patricia Pinchelli,Juliana Sales,&lt;br /&gt;Catarina Harmbacher, Ana Lúcia Villaron, &lt;br /&gt;, Ana Silvia Pacheco Rosa, Roberto Kikko, Moacir Fernandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: A sociedade é que estabelece o padrão de beleza ideal. Visando se inserir no contexto social o indivíduo procura atender às expectativas da imagem ideal, aproximando-se dos padrões de beleza pré-estabelecidos culturalmente. Na contemporaneidade há uma ambivalência relacionada à corporalidade e à alimentação, propiciando o surgimento de conflitos. A sociedade atual caracteriza-se por oferecer uma fartura em relação aos alimentos, mas contraditoriamente, exige como o padrão de corpo ideal o magro. Dessa ambigüidade surgem os conflitos, propiciando maior possibilidade de desencadear sintomas, tais como a bulimia, anorexia nervosa e a obesidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Este trabalho tem por objetivo mostrar a relação do sujeito contemporâneo com a corporalidade e a alimentação, propiciadores de conflitos, gerando maior vulnerabilidade ao desencadeamento de sintomas, tais como obesidade e transtornos alimentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos: Foi utilizado no trabalho o método clínico de investigação. Os dados apresentados são registros do atendimento de um caso clínico e da discussão, em supervisão, de uma paciente que se submeteu à cirurgia bariátrica, por apresentar uma obesidade mórbida e, posteriormente a intervenção cirúrgica, apresentou sintomas de bulimia e anorexia nervosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados: Após a intervenção cirúrgica a paciente JO decide que deseja obter o emagrecimento rapidamente, utilizando a estratégia de comer e vomitar, e posteriormente não se alimentar, apresentando sintoma de bulimia e anorexia nervosa. JO, no decorrer da análise, manifesta uma intensa agressividade ao perceber que possui um corpo que não condiz com o modelo do padrão de beleza esperado culturalmente. A angústia de ter que se “moldar” à expectativa do corpo ideal, visando ser aceita pelo grupo social é evidente: ”Antes as pessoas não falavam comigo, pois era obesa. Agora se aproximam, pois emagreci. A vida é um teatro e eu estou aprendendo a encenar. Mas também quero fazer minhas escolhas”.A incógnita de qual a imagem ideal para si, e a demanda dos familiares e da sociedade com relação ao seu corpo é um aspecto gerador de conflitos: ”Quero esconder este corpo. Antes obeso e agora com marcas. Não tenho o corpo que desejo. Os outros também parecem não me apreciar. Meu corpo é minha a minha prisão”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: O sujeito contemporâneo ao perceber o próprio corpo e constatar que não atende à expectativa social do padrão de beleza ideal vivencia angústias e conflitos, pois é captado por uma imagem para sempre inatingível. Com o rápido emagrecimento no pós-operatório da cirurgia bariátrica, aumenta a possibilidade de haver uma distorção da imagem corporal, propiciando o desencadeamento de transtornos alimentares. A dificuldade de JO relacionada às mudanças corporais desencadeia sintomas de bulimia e anorexia nervosa. Ao perceber não corresponder às expectativas da imagem ideal para a sociedade, mesmo após o emagrecimento, e. não querer se enquadrar nos padrões estipulados pela demanda social do corpo ideal, sentimentos de agressividade e angústia são mobilizados, propiciando uma vulnerabilidade psíquica. Conclusão: Conclui-se que o tratamento psicanalítico no pós-cirúrgico da gastroplastia é fundamental, auxiliando o sujeito a vivenciar as transformações corporais, visando evitar ocorrer a distorção da imagem corporal e o desencadear de transtornos alimentares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras-Chaves: Alimentação, Corpo, Obesidade, Transtorno alimentar, Cirurgia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-2096674767365046131?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2096674767365046131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2096674767365046131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/relacao-do-sujeito-contemporaneo-com-o.html' title='A RELAÇÃO DO SUJEITO CONTEMPORÂNEO COM O CORPO: O DESENCADEAR DE TRANSTORNOS ALIMENTARES E A OBESIDADE'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-838722900653026875</id><published>2010-03-05T01:48:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T01:49:31.831-08:00</updated><title type='text'>Estudo psicológico: comparação do grau de resiliência em obesos classes 2 e 3- Alba Lucia Reyes de Campos.</title><content type='html'>Alba Lucia Reyes de Campos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obesidade, doença com características epidêmicas em todo o mundo, exige novas formas de abordagem. O conceito de resiliência, definida como a capacidade de um ser humano se recuperar psicologicamente quando submetido às adversidades é bastante importante de ser estudado em relação à obesidade por poder influenciar no êxito do tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Neste estudo comparamos os níveis de resiliência em obesos classes 2 e 3 através da Escala Connor-Davidson de Resiliência e a utilização  de questionário sociodemográfico. Foram avaliados 187 obesos sendo 91 da classe 2 e 96 classe 3, na maioria  mulheres que tinham idade média de 44 anos, IMC médio de 37 e 45 respectivamente, com prevalência de mais de 9 anos de escolaridade, sem vínculo afetivo estável e com renda per capita média de 3,39 salários mínimos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados mostram que não houve diferença significante dos níveis de resiliência entre os obeso classe 2 e 3 e que 84,5% dos sujeitos apresentaram nível normal de resiliência de acordo com o ponto de corte estabelecido.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os fatores de risco investigados somente a presença de diabetes se revelou significante no grupo 3. Podemos concluir que o nível de resiliência auto-referida é alta nos dois grupos e não piora quando o grau de obesidade é mais grave.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-838722900653026875?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/838722900653026875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/838722900653026875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/estudo-psicologico-comparacao-do-grau.html' title='Estudo psicológico: comparação do grau de resiliência em obesos classes 2 e 3- Alba Lucia Reyes de Campos.'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-2633791615879836576</id><published>2010-03-05T01:46:00.001-08:00</published><updated>2010-03-05T01:47:16.693-08:00</updated><title type='text'>INSATISFAÇÃO CORPORAL NA MODERNIDADE: UM ESTUDO PRELIMINAR PARA A VALIDAÇÃO DO INVENTÁRIO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES (EDI- 3)- MARIA LÚCIA REBELLO</title><content type='html'>Maria Lucia R. Machado , Marlene Monteiro da Silva , Niraldo de Oliveira Santos ,&lt;br /&gt;Dr. Arthur B. Garrido Junior , Dra. Mara Cristina Souza de Lucia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A insatisfação com o corpo é um fenômeno atual e de intensa magnitude, atingindo homens e principalmente as mulheres, sendo fator de risco para o inicio e manutenção de comportamentos alimentares inadequados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo do presente estudo foi verificar se há diferença significativa entre homens e mulheres em relação à insatisfação com o corpo e se a insatisfação com o corpo é influenciada pelo IMC. O instrumento utilizado foi o Eating Disorder Inventory – EDI-3, aplicado em 157 indivíduos de ambos os sexos, com idade entre 18 e 61 anos, que não tinham o diagnóstico prévio de transtorno alimentar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da análise dos dados, concluiu-se que ambos os sexos estão insatisfeitas com o seu peso atual. O ideal de corpo ditado socialmente leva ambos os sexos a buscarem se enquadrar neste padrão.A insatisfação com o corpo torna-se então  crônica, quando estes ideais não são alcançados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Palavras-chave : imagem corporal ; transtorno alimentar ; EDI-3&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-2633791615879836576?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2633791615879836576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2633791615879836576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/insatisfacao-corporal-na-modernidade-um.html' title='INSATISFAÇÃO CORPORAL NA MODERNIDADE: UM ESTUDO PRELIMINAR PARA A VALIDAÇÃO DO INVENTÁRIO DE TRANSTORNOS ALIMENTARES (EDI- 3)- MARIA LÚCIA REBELLO'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4302245165441865881</id><published>2010-03-05T01:40:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T01:43:13.002-08:00</updated><title type='text'>Efeitos da suplementação protéica no pós-operatório de cirurgia bariátrica</title><content type='html'>RESUMO TESE DE MESTRADO: Nutricionista ANDRÉA MATTOS PINCHELLI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos da Suplementação Protéica no Pós-Operatório de Cirurgia Bariátrica Tipo “Fobi – Capella”. &lt;br /&gt;Andréa Mattos Pinchelli; Prof. Dr. Valdemiro Carlos Sgarbieri; Prof. Dr. Bruno Geloneze Neto. Departamento de Alimentos e Nutrição – Faculdade de Engenharia dos Alimentos – FEA – Unicamp – Campinas – SP. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introdução: Obesos mórbidos submetidos à cirurgia bariátrica passam por uma fase crítica e de difícil manutenção do equilíbrio bioquímico-nutricional e homeostático do organismo.  A complementação protéica com preparados de alto valor nutritivo e boa aceitabilidade é recomendada.  Utilizou-se uma mistura de isolado de proteínas do soro de leite bovino (WPI) e de um hidrolisado de colágeno bovino (HCB) na proporção 50:50, já testado em ratos quanto o seu valor nutritivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivo: Realizou-se ensaio clínico com objetivo de avaliar o efeito de duas complementações protéicas, ou seja: gelatina hidrolisada combinada ao isolado de proteínas do soro do leite bovino ou caseína, no incremento de valor nutritivo e da dieta utilizada no pós-operatório por pacientes submetidos à cirurgia bariátrica (técnica Capella).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Metodologia: Ensaio prospectivo, com 17 pacientes que receberam a complementação protéica por 90 dias. O estado nutricional dos pacientes foi determinado pela avaliação antropométrica, composição corporal e ingestão alimentar. Os dados obtidos foram submetidos à análise estatística. Resultados e Discussão: A complementação praticada foi 18g/dia para as mulheres e 28g/dia para os homens, atingindo as necessidades protéicas preconizadas (WOODWARD 2001). A proteína ingerida (dieta + suplemento) foi de 51,81g/dia para mulheres e 61,81g/dia para homens. O complemento protéico testado apresentou vantagens sobre a caseína, com um índice de aceitação 30% maior, promovendo uma perda de massa gorda superior à caseína. A massa magra mantida durante a intervenção foi também superior no grupo experimental, comparada à caseína. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: Embora as diferenças não tenham sido estatisticamente significativas, os dados mostraram tendência favorável ao grupo com complemento experimental indicando a necessidade de novos experimentos de maior duração e número de pacientes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4302245165441865881?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4302245165441865881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4302245165441865881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/efeitos-da-suplementacao-proteica-no.html' title='Efeitos da suplementação protéica no pós-operatório de cirurgia bariátrica'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-7684498603028376655</id><published>2010-03-05T01:38:00.000-08:00</published><updated>2010-03-05T01:40:16.401-08:00</updated><title type='text'>Caldos pós cirurgia bariátrica-Gastronomo Marco Antonio Pinheiro</title><content type='html'>As sopas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gastronomo Marco Antonio Pinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O modo de preparo das sopas nesta primeira fase deve ser feito exatamente como indicado, para ter um efeito positivo. O que pode variar é a combinação dos alimentos de cada grupo. Veja a tabela abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4&lt;br /&gt;Frango sem pele Mandioca Escarola sem talo Cenoura &lt;br /&gt;Carne bovina magra Batata Acelga sem talo Abóbora madura&lt;br /&gt;Peixe Cará Alface sem talo Chuchu&lt;br /&gt;Ovo Mandioquinha Chicória sem talo Beterraba&lt;br /&gt; Macarrão para sopa Espinafre sem talo Vagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Na composição das sopas deve haver a presença de um alimento de cada grupo. Por exemplo: Sopa de peito de frango, batata, espinafre e cenoura. &lt;br /&gt; Para facilitar o dia-a-dia você pode comprar peito de frango, carne magra (patinho, coxão mole, alcatra), peixes magros (cação, pescada, linguado, tilápia) e porcioná-los em pequenas porções suficientes para uma ou duas preparações. Você pode utilizar saquinhos plásticos próprios para isso. Então você pode congelar. Quando for utilizar, descongele na geladeira um dia antes.&lt;br /&gt;  Como foi dito anteriormente, o tempero fico a seu gosto. A pasta de cebola, alho, salsão, etc... ajuda na elaboração. As ervas especiarias vão dar um toque especial.&lt;br /&gt;  O mais importante é deixar a sopa sem pedaços de carnes e legumes ou fibras de verduras. Então a melhor maneira de prepará-las é seguir o passo-a-passo descrito abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Antes de começar separe todos os ingredientes e utensílios que serão utilizados. Isso fará com que a sopa seja feita com rapidez e sem dor de cabeça.&lt;br /&gt;2- Coloque a panela no fogo e deixe esquentar um pouco.&lt;br /&gt;3- Coloque a carne que será utilizada. Deixe a carne grelhar um pouco e depois mexa, para que todos os lados fiquem bem corados. Isso ajuda a extrair muito sabor da carne.&lt;br /&gt;4- Coloque os alimentos dos grupos 2 e 4. Deixe que eles fritem junto com a carne. Mexa sempre nesta etapa para não queimarem.&lt;br /&gt;5- Acrescente a pasta de temperos. Preparada a seu gosto. E deixe refogar um pouco.&lt;br /&gt;6- Acrescente a água ou o caldo base e logo em seguida o alimento do grupo 3 (verdura).&lt;br /&gt;7- Quando começar a ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar em fogo brando.&lt;br /&gt;8- Quando  o líquido tiver reduzida ao ponto de não cobrir os legumes, verifique se eles já estão bem cozidos. Se não tiverem, acrescente um pouco mais de água.&lt;br /&gt;9- Quando tudo estiver bem cozido, desligue o fogo e com cuidado retire a carne e as verduras.&lt;br /&gt;10-  Com a ajuda de  um mixer ou liquidificador bata bem a sopa. Se for utilizar um liquidificador, tome cuidado, coloque um pano em cima da tampa e segure firme. Senão vai voar sopa pela cozinha inteira, inclusive em você.&lt;br /&gt;11-  Experimente. Se for necessário, corrija o sal. Coloque um fio de azeite e bom apetite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantidade dos alimentos para a elaboração das sopas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo 1 – Coloque uma xícara de carne picada em cubos grandes.&lt;br /&gt;Grupo 2 – Coloque duas xícaras do legume ralado.&lt;br /&gt;Grupo 3 – Coloque  5 folhas grandes ou 10 folhas pequenas da verdura.&lt;br /&gt;Grupo 4 – Coloque uma xícara do legumes ralado&lt;br /&gt;Líquido – 10 xícaras de água ou de caldo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-7684498603028376655?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7684498603028376655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7684498603028376655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/03/caldos-pos-cirurgia-bariatrica.html' title='Caldos pós cirurgia bariátrica-Gastronomo Marco Antonio Pinheiro'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-2624520466132301322</id><published>2010-02-25T02:52:00.000-08:00</published><updated>2010-02-25T02:57:48.138-08:00</updated><title type='text'>VITAMINA D</title><content type='html'>A vitamina do Sol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sheila Maria Costa e Castro é Nutricionista do NAIS – Núcleo de Atenção Integral à Saúde – UNIMED – São José dos Campos - SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos num país que recebe a luz solar o ano inteiro e, demasiadamente preocupados com a radiação, nem nos damos conta que isso é na verdade uma sorte, pois precisamos do sol o tempo todo para manter uma boa saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como em tudo na vida, o equilíbrio é o segredo e certamente não é necessário evitar os raios solares para se evitar as doenças. A exposição à radiação ultravioleta é a maior fonte de vitamina D para a maioria as pessoas, mas a localização geográfica e a estação do ano influem no risco de deficiência. Durante um período do ano, conhecido como “inverno da vitamina D”, a intensidade dos raios UVB enfraquece em algumas regiões terrestres, a ponto de afetar a produção dessa vitamina pela pele. A camada de ozônio bloqueia os raios UVB e eles são mais intensos próximo ao equador, onde o raio de sol percorre uma distância menor através da atmosfera. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, para nós brasileiros, a síntese de vitamina D é possível o ano todo e por esse motivo podemos afirmar que viver na linha do Equador é mesmo uma sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cuidado com a saúde deve ser alvo da nossa atenção diária, mas existe um certo exagero no tocante ao uso de protetores solares, que bloqueiam grande parte dos raios UVB. Ora, são exatamente esses raios que, sob a ação do calor, estimulam os queratinócitos, nossas células da pele, a produzir a vitamina D. Países do primeiro mundo já suspeitam de que o uso excessivo de bloqueadores possa ser responsável pelo aumento dos casos de osteoporose em mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitamina D é produzida tanto por organismos vegetais como animais e desempenha papel preponderante na absorção de cálcio da alimentação. Nem é preciso dizer que se a absorção é adequada, a saúde óssea fica garantida. Porém, muitas vezes ela fica esquecida, o que acaba por gerar problemas que certamente aparecerão mais cedo ou mais tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente fala-se muito na necessidade de uma ingestão adequada de fibras para controle da obesidade e dislipidemias, mas, sendo a vitamina D um composto lipossolúvel, também pode ter sua absorção prejudicada se o cardápio abusar daquelas do tipo solúvel, especialmente quando se utiliza compostos de fibras comercializados por aí, sem nenhum controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peixes gordos, gema de ovo, fígado e manteiga podem ser consideradas boas fontes de vitamina D, mas a exposição solar é a melhor forma de assegurar um bom status no organismo. O leite materno é pobre em vitamina D e por esse motivo os bebês se beneficiam enormemente dos banhos de sol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas com mais de sessenta anos tem a absorção diminuída e também precisam se expor mais ao sol. Bastam quinze minutos diários, com aproximadamente 30% do corpo a descoberto, para que o processo se complete. Após esse tempo, é não só necessário, mas imprescindível o uso do protetor solar, para que não se absorva a radiação, que em excesso já provou ser nociva à saúde da pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma saúde perfeita depende de muitos fatores e a alimentação nesse caso exerce papel relevante. Embora as vitaminas não sejam fontes de calorias, é importante observar que em alguns casos nem é preciso comer para se alcançar uma ingestão adequada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o caso da vitamina D, que durante um agradável banho de sol aparece como num passe de mágica, nos dando ossos mais fortes e garantindo o melhor aproveitamento do cálcio da dieta. Tome sol com freqüência, ele faz um grande bem à saúde, não engorda e é grátis!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-2624520466132301322?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2624520466132301322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/2624520466132301322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/02/vitamina-d.html' title='VITAMINA D'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5469163556774771224</id><published>2010-01-12T06:00:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T06:01:22.191-08:00</updated><title type='text'>DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS</title><content type='html'>Doenças transmitidas por alimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carência de informações sobre higiene e segurança&lt;br /&gt;alimentar, destinadas aos segmentos populacionais mais vulneráveis às&lt;br /&gt;doenças transmitidas por alimentos (DTA), motivou o desenvolvimento de&lt;br /&gt;um estudo coordenado por William Waissmann, pesquisador da Escola&lt;br /&gt;Nacional de Saúde Pública (Ensp), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa levou à produção de um site e de vídeos educativos, a fim&lt;br /&gt;de despertar a população para a prevenção das DTA, particularmente no&lt;br /&gt;ambiente doméstico. Dados da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas)&lt;br /&gt;indicam que metade dos casos de DTA ocorre no ambiente doméstico,&lt;br /&gt;resultante de falhas higiênicas na manipulação dos alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo apontou que a maioria dos entrevistados (82,1%) não conferia&lt;br /&gt;etiquetas, composição, data de validade e origem dos alimentos. Metade&lt;br /&gt;dos participantes desconhecia que alimentos sem alterações nas suas&lt;br /&gt;características sensoriais podem causar doenças e que produtos&lt;br /&gt;refrigerados devem ser selecionados ao final das compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um terço não conferia as condições dos ovos e 10% compravam ou&lt;br /&gt;consumiam carnes oriundas do comércio ambulante. Além disso, 71% dos&lt;br /&gt;entrevistados nunca foram orientados sobre o assunto em consultas com&lt;br /&gt;diferentes profissionais de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site Cuidar dos Alimentos conta com áreas especiais para os públicos&lt;br /&gt;infantil e adulto e aborda questões relacionadas a compra, preparo,&lt;br /&gt;armazenamento e conservação de alimentos no ambiente doméstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vídeos estão disponíveis no site. Os dirigidos a adultos enfocam os&lt;br /&gt;temas “Alimento seguro”, “Doenças transmitidas por alimentos”,&lt;br /&gt;“Família vai às compras”, “Parar de fumar” e “Terceira Idade”. Os&lt;br /&gt;vídeos para crianças são “Mamãe e bebê” e “Canal saúde”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A expectativa é que os recursos educativos possam ser aplicados em&lt;br /&gt;diferentes ambientes, como bibliotecas públicas, unidades de saúde,&lt;br /&gt;universidades, entidades e órgãos públicos, grupos da terceira idade e&lt;br /&gt;escolas”, disse Waissmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa e seus produtos serão apresentados no dia 30 de março, às&lt;br /&gt;14 horas, no auditório térreo da Ensp. A equipe técnica do projeto é&lt;br /&gt;formada pelas pesquisadoras Alessandra Veggi, Cristiane Miranda da&lt;br /&gt;Silva, Ivone Costa Soares e Tatiana Pastorello.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5469163556774771224?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5469163556774771224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5469163556774771224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/01/doencas-transmitidas-por-alimentos.html' title='DOENÇAS TRANSMITIDAS POR ALIMENTOS'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-7117036555527033269</id><published>2010-01-12T05:54:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T05:56:01.188-08:00</updated><title type='text'>RELAÇÃO DE PESO E CÂNCER</title><content type='html'>Relação de peso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos 124 mil novos casos de câncer em 2008 na Europa podem ter sido causados pelo excesso de peso, segundo estimativas feitas por uma nova pesquisa. A proporção de casos de novos cânceres atribuíveis a um índice de massa corporal (IMC) de 25 kg/m2 ou mais foi mais alto entre mulheres e em habitantes de países na região central do continente, como República Checa, Letônia, Eslovênia e Bulgária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“À medida que mais pessoas deixam de fumar e menos mulheres façam a terapia de substituição hormonal, é possível que a obesidade possa se tornar a principal causa de câncer em mulheres na próxima década”, disse o autor principal do estudo, Andrew Renehan, da Universidade de Manchester. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados do trabalho foram apresentados no maior encontro sobre câncer na Europa, que reuniu o 15º Congresso da Organização Europeia do Câncer e o 34º Congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica, realizado no fim de setembro em Berlim, na Alemanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renehan e os colegas do Reino Unido, Holanda e Suíça criaram um modelo para estimar a proporção de cânceres que podem ser atribuídos ao peso corporal excessivo em 30 países europeus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando dados de um número de fontes, entre as quais a Organização Mundial da Saúde e a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, os pesquisadores estimaram que em 2002 (o ano mais recente para o qual há estatísticas confiáveis da incidência de câncer na Europa) houve mais de 70 mil novos casos do câncer atribuíveis ao IMC excessivo de um total de quase 2,2 milhões de novos diagnósticos da doença nos países analisados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A porcentagem de cânceres relacionados com a obesidade variou largamente entre os países, de 2,1% das mulheres e 2,4% dos homens na Dinamarca a 8,2% e 3,5%, respectivamente, na República Checa. Na Alemanha, os números foram 4,8% (das mulheres) e 3,3% (dos homens), enquanto que no Reino Unido ficaram em 4% e 3,4 %. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, os pesquisadores projetaram os números até 2008, considerando o que era conhecido sobre mudanças na distribuição de IMC, o declínio dramático no uso da terapia de substituição hormonal pelas mulheres desde 2002 (após estudos terem indicado sua relação com o aumento no risco de câncer de mama) e o aumento no uso do teste de PSA para câncer de próstata em homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo indicou que os números de cânceres que podem ser atribuídos ao peso excessivo aumentaram ano a ano até chegar aos 124.050 em 2008. Dos novos casos de doença, 8,6% em mulheres e 3,2% em homens podem ser atribuídos à obesidade ou sobrepeso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior número de novos casos de doença relacionados ao excesso de peso ficou com o câncer endometrial (33.421), câncer de mama pós-menopausa (27.770) e câncer colorretal (23.730). Os três tipos responderam por 65% de todos os cânceres atribuíveis ao IMC excessivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É importante destacar que não estamos tentando ser sensacionalistas. Essas estimativas são muito conservadoras e é bastante provável que os números sejam, de fato, muito mais altos”, disse Renehan. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados do trabalho serão publicados em breve pela revista International Journal of Cancer, no artigo Incident cancer burden attributable to excess body mass index in 30 European countries&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-7117036555527033269?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7117036555527033269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7117036555527033269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/01/relacao-de-peso-e-cancer.html' title='RELAÇÃO DE PESO E CÂNCER'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-3001643809022293536</id><published>2010-01-12T05:46:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T05:47:17.638-08:00</updated><title type='text'>PROBLEMA DE PESO EM IDOSOS</title><content type='html'>Problema de peso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mais da metade dos idosos no Estado de São Paulo estão com sobrepeso, de acordo com pesquisa feita pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho foi feito entre 2007 e 2008 e avaliou 5.957 pacientes acima dos 60 anos que passaram por atendimento no Sistema Único de Saúde. O resultado apontou que 52% estavam acima do peso considerado ideal. O levantamento apontou também que a obesidade é ainda maior entre as mulheres: 55,9%, contra 44,6% dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Secretaria da Saúde, alguns fatores, como sedentarismo, problemas hormonais e má alimentação, explicam os resultados, mas é preciso ficar alerta. O sobrepeso pode causar problemas como hipertensão, acidente vascular cerebral, infarto, incapacidade de movimentação, diabetes, entre outros problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“São dados preocupantes e que exigem uma atenção redobrada desses idosos. Descuidar da alimentação ou adotar um hábito de vida sedentário colaboraram e muito para a obesidade. É preciso lembrar também que, após os 60 anos, o metabolismo fica cada vez mais lento, o que dificulta a perda de peso”, disse África Isabel Neumann, nutricionista da Divisão de Doenças Cônicas da Secretaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adotar ações simples podem ajudar os idosos a evitar a obesidade. É importante adotar uma alimentação saudável, rica em frutas, verduras e legumes, praticar alguma atividade física, evitar alimentos gordurosos e beber bastante água durante o dia. Medidas como essas ajudam a ter uma vida com mais qualidade e saúde.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-3001643809022293536?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3001643809022293536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3001643809022293536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/01/problema-de-peso-em-idosos.html' title='PROBLEMA DE PESO EM IDOSOS'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-3453656978027783494</id><published>2010-01-12T05:35:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T05:43:33.926-08:00</updated><title type='text'>O OUTRO LADO DA BALANÇA-ATIVIDADE FÍSICA</title><content type='html'>O outro lado da balança&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Alex Sander Alcâncara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência FAPESP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A atividade física é capaz de restaurar a sensibilidade dos neurônios envolvidos no controle da saciedade, o que pode contribuir para a redução da ingestão alimentar e, consequentemente, do peso corporal. Essa é uma das conclusões de um estudo apresentado durante a 24ª Reunião Anual da Federação das Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho aponta evidências de que mamíferos obesos apresentam falhas na transmissão de sinais em neurônios que controlam a saciedade. Essas falhas podem ser determinantes para a prevalência da obesidade. Até então se achava que o exercício físico aumentaria o gasto energético e que, apenas por isso, provocaria a diminuição do peso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, intitulado “Sistema nervoso central e o controle da ingestão alimentar: o papel do exercício físico”, foi realizado por Eduardo Rochete Ropelle, pesquisador da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Obesidade e Diabetes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O papel do exercício pode ir além da simples queima de calorias. Pode causar uma melhora no sistema nervoso, controlando a saciedade e diminuindo o apetite. Em outras palavras, é possível que a atividade física controle o outro lado da balança”, disse Ropelle à Agência FAPESP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o pesquisador, a atividade física pode ser benéfica para o “apetite dos obesos”. Haveria uma espécie de equilíbrio dinâmico para evitar tanto o acúmulo excessivo de energia quanto o gasto excessivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-3453656978027783494?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3453656978027783494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3453656978027783494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/01/o-outro-lado-da-balanca-atividade.html' title='O OUTRO LADO DA BALANÇA-ATIVIDADE FÍSICA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-6696665404778272080</id><published>2010-01-12T05:12:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T05:24:35.811-08:00</updated><title type='text'>PERDER PESO PODE MELHORAR SINTOMAS DE DEPRESSÃO</title><content type='html'>Perder peso pode melhorar sintomas da depressão&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Patricia Zwipp &lt;br /&gt;Getty Images &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTRIBUIÇÃO DO ARTIGO: JÚLIO (PACIENTE DO GESTO)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pesquisas apontam que a perda de peso melhora a depressão &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enquete &lt;br /&gt;Você se preocupa em estar com o peso ideal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sim     Não&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Perder peso e voltar a ficar de bem com a balança não garante apenas corpo bonito, bom humor e saúde física. Também pode colaborar no tratamento da depressão, como constatou um estudo de pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados foram apresentados no 17° Encontro Anual da Sociedade para o Estudo do Comportamento Ingestivo, na cidade americana de Portland, em Oregon. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas montaram um programa de emagrecimento com duração de seis meses. &lt;br /&gt;O grupo de 51 participantes, que contava com depressivos e não-depressivos, mudou o estilo de vida e fez substituições no cardápio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, além de todos emagrecerem significativamente (depressivos totalizaram 8% menos peso, enquanto os outros chegaram a 11%), os portadores da neurose conquistaram melhoras nos sintomas da doença, o que foi concluído por meio de um questionário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A pesquisa é inovadora, pois deprimidos normalmente não são incluídos no processo de perda de peso devido à preocupação de que o fato possa piorar a depressão", disse Lucy Faulconbridge, autora principal da pesquisa. &lt;br /&gt;"Essas preocupações, no entanto, não são baseadas em evidências empíricas e a exclusão de indivíduos deprimidos da perda de peso significa que não estamos aprendendo nada sobre essa população de alto risco", disse ao site Science Daily. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os depressivos também obtiveram redução nos níveis de triglicérides no sangue, diminuindo as chances de desenvolver patologias cardíacas e acidente vascular cerebral. "Depressão e obesidade estão independentemente associadas ao risco aumentado desses problemas e, por isso, a redução no peso corporal e dos sintomas da depressão sugerem melhoras na saúde a longo prazo", disse Lucy. Os dados fornecidos pela pesquisa destacam a necessidade de mais investigação sobre os efeitos da redução do peso em quem sofre de transtornos psiquiátricos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-6696665404778272080?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6696665404778272080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6696665404778272080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/01/perder-peso-pode-melhorar-sintomas-de.html' title='PERDER PESO PODE MELHORAR SINTOMAS DE DEPRESSÃO'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4261717315548826558</id><published>2010-01-08T08:54:00.000-08:00</published><updated>2010-01-08T08:55:49.128-08:00</updated><title type='text'>Riscos da obesidade se equiparam aos do fumo nos EUA</title><content type='html'>Riscos da obesidade se equiparam aos do fumo nos EUA&lt;br /&gt;7 de janeiro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contribuição do artigo: Júlio César (paciente do GESTO)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A obesidade, que assusta cada vez mais médicos e governos, se tornou tão ou mais nociva do que o tabagismo nos Estados Unidos. Essa é a conclusão de um estudo recente publicado na edição de fevereiro do American Journal of Preventive Medicine.&lt;br /&gt;A pesquisa, que durou mais de 15 anos, analisou os registros médicos de mais de 3,5 milhões de adultos. Para medir os danos da obesidade e do fumo, os pesquisadores da Columbia University, em parceria com o City College of New York, calcularam um índice reconhecido pela sigla em inglês Qalys (Quality-Adjusted Life Years). &lt;br /&gt;Esse índice quantifica os benefícios e malefícios causados por doenças, tratamentos ou lesões.&lt;br /&gt;Depois de analisar o histórico das pessoas pesquisadas, os especialistas concluíram que, de 1993 a 2008, a proporção de fumantes diminuiu 18,5%, enquanto a perda de Qalys por causa do tabagismo permaneceu estável, em 0,0438. No mesmo período, a proporção de obesos aumentou 85%, o que significou uma perda de 0.0464 Qalys. O tabagismo causou mais mortes, mas a obesidade causou mais doenças. Os resultados mostraram que existe apenas uma pequena diferença entre os dois males, apontando que a obesidade pode ter se tornado, inclusive, mais prejudicial que o cigarro.&lt;br /&gt;Outra pesquisa divulgada recentemente aponta para o perigo que o ganho de peso e o tabaco podem representar para saúde pública. Segundo o estudo, se os índices de obesidade e de fumantes nos Estados Unidos permanecerem inalterados nos próximos anos, a expectativa de vida poderá sofrer queda de até nove meses.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4261717315548826558?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4261717315548826558'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4261717315548826558'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/01/riscos-da-obesidade-se-equiparam-aos-do.html' title='Riscos da obesidade se equiparam aos do fumo nos EUA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4577552755360978601</id><published>2010-01-01T03:08:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T04:55:19.053-08:00</updated><title type='text'>INICIAMOS 2010 COM O TEXTO DE MARIO QUINTANA</title><content type='html'>Inicianos 2010 com o Texto de Mário Quintana        &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; "Somos donos de nossos atos,&lt;br /&gt;mas não somos donos de nossos sentimentos;&lt;br /&gt;Somos culpados pelo que fazemos,&lt;br /&gt;mas não somos culpados pelo que sentimos;&lt;br /&gt;Podemos prometer atos,&lt;br /&gt;mas não podemos prometer sentimentos...&lt;br /&gt;Atos são pássaros engaiolados,&lt;br /&gt;Sentimentos são pássaros em vôo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mário Quintana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4577552755360978601?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4577552755360978601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4577552755360978601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2010/01/iniciamos-2010-com-novos-trabalhos.html' title='INICIAMOS 2010 COM O TEXTO DE MARIO QUINTANA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-1674964446044470934</id><published>2009-12-30T03:47:00.000-08:00</published><updated>2009-12-30T03:48:24.184-08:00</updated><title type='text'>DESEJO -Feliz 2010!! E com muitos novos trabalhos!!!!</title><content type='html'>DESEJO- VICTOR HUGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo primeiro que você ame,&lt;br /&gt;E que amando, também seja amado.&lt;br /&gt;E que se não for, seja breve em esquecer.&lt;br /&gt;E que esquecendo, não guarde mágoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo, pois, que não seja assim&lt;br /&gt;Mas se for, saiba ser sem se desesperar&lt;br /&gt;Desejo também que tenha amigos&lt;br /&gt;Que mesmo maus e inconseqüentes&lt;br /&gt;Sejam corajosos e fiéis&lt;br /&gt;E que pelo menos em um deles&lt;br /&gt;Você possa confiar sem duvidar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque a vida é assim&lt;br /&gt;Desejo ainda que você tenha inimigos&lt;br /&gt;Nem muitos, nem poucos&lt;br /&gt;Mas na medida exata para que&lt;br /&gt;Algumas vezes você se interpele&lt;br /&gt;A respeito de suas próprias certezas.&lt;br /&gt;E que entre eles&lt;br /&gt;Haja pelo menos um que seja justo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo depois, que você seja útil&lt;br /&gt;Mas não insubstituível&lt;br /&gt;E que nos maus momentos&lt;br /&gt;Quando não restar mais nada&lt;br /&gt;Essa utilidade seja suficiente&lt;br /&gt;Para manter você de pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo ainda que você seja tolerante&lt;br /&gt;Não com os que erram pouco&lt;br /&gt;Porque isso é fácil&lt;br /&gt;Mas com os que erram muito e irremediavelmente&lt;br /&gt;E que fazendo bom uso dessa tolerância&lt;br /&gt;Você sirva de exemplo aos outros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo que você, sendo jovem,&lt;br /&gt;Não amadureça depressa demais&lt;br /&gt;E que sendo maduro&lt;br /&gt;Não insista em rejuvenescer&lt;br /&gt;E que sendo velho&lt;br /&gt;Não se dedique ao desespero&lt;br /&gt;Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo, por sinal, que você seja triste&lt;br /&gt;Não o ano todo, mas apenas um dia&lt;br /&gt;Mas que nesse dia&lt;br /&gt;Descubra que o riso diário é bom&lt;br /&gt;O riso habitual é insosso&lt;br /&gt;E o riso constante é insano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo que você descubra&lt;br /&gt;Com o máximo de urgência&lt;br /&gt;Acima e a respeito de tudo&lt;br /&gt;Que existem oprimidos, injustiçados e infelizes&lt;br /&gt;E que estão bem à sua volta&lt;br /&gt;Desejo ainda&lt;br /&gt;Que você afague um gato, alimente um cuco&lt;br /&gt;E ouça o joão-de-barro&lt;br /&gt;Erguer triunfante o seu canto matinal&lt;br /&gt;Porque assim, você se sentirá bem por nada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo também&lt;br /&gt;Que você plante uma semente, por menor que seja&lt;br /&gt;E acompanhe o seu crescimento&lt;br /&gt;Para que você saiba&lt;br /&gt;De quantas muitas vidas é feita uma árvore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro&lt;br /&gt;Porque é preciso ser prático&lt;br /&gt;E que pelo menos uma vez por ano&lt;br /&gt;Coloque um pouco dele na sua frente e diga:&lt;br /&gt;"Isso é meu"&lt;br /&gt;Só para que fique bem claro&lt;br /&gt;Quem é o dono de quem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo também&lt;br /&gt;Que nenhum de seus afetos morra&lt;br /&gt;Por eles e por você&lt;br /&gt;Mas que se morrer&lt;br /&gt;Você possa chorar sem se lamentar&lt;br /&gt;E sofrer sem se culpar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desejo por fim&lt;br /&gt;Que você sendo homem, tenha uma boa mulher&lt;br /&gt;E que sendo mulher, tenha um bom homem&lt;br /&gt;Que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes&lt;br /&gt;E quando estiverem exaustos e sorridentes&lt;br /&gt;Ainda haja amor pra recomeçar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se tudo isso acontecer&lt;br /&gt;Não tenho mais nada a lhe desejar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VICTOR HUGO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-1674964446044470934?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/1674964446044470934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/1674964446044470934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/desejo-feliz-2010-e-com-muitos-novos_1158.html' title='DESEJO -Feliz 2010!! E com muitos novos trabalhos!!!!'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-3196466963553029980</id><published>2009-12-30T03:45:00.001-08:00</published><updated>2009-12-30T03:45:43.972-08:00</updated><title type='text'>TRABALHOS APRESENTADOS PELO GESTO EM 2009</title><content type='html'>TRABALHOS APRESENTADOS PELO GESTO EM 2009 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Apresentação do Programa no XXVI Simpósio das Unimeds do Estado de São Paulo - SUESP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema: GESTO: Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação dos objetivos do Programa, a partir de resultados apresentados no acompanhamento de 174 clientes, enfocando a importância do tratamento com o obeso por uma equipe multiprofissional, visando intervir na dinâmica psíquica do paciente, como também na sua relação com a alimentação e com os cuidados corporais, propiciando mudanças de hábitos significativos no auxílio do emagrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 . Trabalhos Apresentados no V Congresso Interamericano de Psicologia da Saúde – HC - 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Emagrecer ou ser emagrecido? Responsabilidade do sujeito e demanda dirigida à ciência - apresentação oral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O Corpo como rascunho das emoções: dos transtornos alimentares à obesidade mórbida e o seu retorno à palavra - pôster&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A relação do sujeito contemporâneo com o corpo : desencadear de transtornos alimentares e a obesidade - pôster&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Obesidade e comorbidades psiquiátricas: sintomas paralizadores da vida- pôster&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Gesto-grupo especializado no tratamento multiprofissional da obesidade - pôster &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Vulnerabilidade psíquica e sintomas psicológicos em pacientes após a cirurgia bariátrica – pôster&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Crenças alimentares em indivíduos que se submeteram a cirurgia bariátrica- apresentação oral&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Artigo premiado no V Congresso Interamericano de &lt;br /&gt;Psicologia da Saúde-Psicanálise aplicada à terapêutica no &lt;br /&gt;hospital: resultados. HC –FMUSP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro lugar na categoria CEPSIC, com o tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crenças alimentares em indivíduos que se submeteram à cirurgia bariátrica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: DE ABRIL DE 2008 ATÉ DEZEMBRO DE 2009 FORAM ATENDIDOS NO GESTO 495 PACIENTES&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-3196466963553029980?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3196466963553029980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/3196466963553029980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/trabalhos-apresentados-pelo-gesto-em_6061.html' title='TRABALHOS APRESENTADOS PELO GESTO EM 2009'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-8478361461629112838</id><published>2009-12-30T03:42:00.000-08:00</published><updated>2009-12-30T03:44:17.469-08:00</updated><title type='text'>O QUE É O GESTO?</title><content type='html'>O QUE É O GESTO? &lt;br /&gt;Anna Claudia Queiroz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é o grupo gesto? &lt;br /&gt;GESTO- Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade&lt;br /&gt;O GESTO é uma equipe multiprofissional composta psicólogos, nutricionistas, gastrônomo, educadores físicos, fisioterapeutas, e enfermeiro. Atualmente também fonodiologa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como atua? &lt;br /&gt;O programa é destinado a pacientes com obesidade para tratamento clínico, obesidade mórbida, que necessitam operar, e pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica. &lt;br /&gt;A triagem é realizada pela enfermagem, e tem por objetivo constatar se o paciente tem indicação para o programa. Posteriormente, ocorrem as entrevistas iniciais, realizadas pela equipe de psicologia, através de duas consultas, utilizando-se da entrevista clínica e dos questionários de avaliação. &lt;br /&gt;Após a realização da avaliação psicológica, os pacientes são direcionados para os grupos terapêuticos / informativos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como os pacientes chegam ao GESTO? &lt;br /&gt;Os pacientes são encaminhados pelos médicos cooperados da UNIMED - São José dos Campos.Lembrando que o GESTO não substitui o tratamento do médico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O GESTO é um grupo onde há dinâmicas, como são realizadas? &lt;br /&gt;As reuniões em grupo, aonde ocorrem as dinâmicas, visam:&lt;br /&gt;O grupo obesidade clínica tem como objetivo identificar os aspectos psíquicos inerentes ao desencadear do sintoma obesidade e sua manutenção, como também a relação do sujeito com sua alimentação e os cuidados corporais.&lt;br /&gt;O grupo destinado aos pacientes candidatos à cirurgia bariátrica também propicia a percepção sobre as motivações que o mobilizaram a optar pela intervenção cirúrgica, além de prepará-lo para o pós-operatório. &lt;br /&gt;O grupo para os pacientes que se submeteram a gastroplastia possibilita auxiliar as mudanças inerentes à cirurgia, que se inicia com a mudança no aparelho digestivo e na alimentação, e posteriormente com as mudanças corporais, decorrentes do processo de emagrecimento (imagem corporal, excesso de pele).&lt;br /&gt;Todo este trabalho é realizado com dinâmicas e técnicas de arte-terapia.&lt;br /&gt;No GESTO o trabalho do nutricionista, gastrônomo, fisioterapeuta e educador físico têm por finalidade informar e orientar aspectos relacionados à alimentação e a corporalidade. Porém, as informações transmitidas não são apenas informadas, mas também elaboradas pelos pacientes. Por isso o trabalho no grupo é informativo e terapêutico.&lt;br /&gt;A psicologia tem por objetivo avaliar e intervir na dinâmica psíquica do sujeito, como também auxiliar na elaboração de sua relação com o alimento e o corpo, propiciando uma mudança subjetiva relativa ao sintoma, viabilizando a implicação do paciente com o seu adoecer, abandonando uma postura passiva, mas de implicado no tratamento, possibilitando uma melhor aderência as orientações da equipe multiprofissional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Existe atendimento individualizado?&lt;br /&gt;O atendimento psicológico individual acontece quando o paciente apresentar: transtorno depressivo maior, transtorno de ansiedade elevado, transtorno alimentar grave, ou alguma patologia clínica ou psíquica que dificulte o trabalho em grupo As consultas psicológicas individuais ocorrem a cada 15 dias, no total máximo de 12 consultas anuais. &lt;br /&gt;As orientações nutricionais são realizadas individualmente e em grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Qual o principal objetivo com as palestras? &lt;br /&gt;As palestras realizadas pela psicologia visa informar e oferecer instrumentos para o paciente elaborar questões psícológicas inerentes ao sintoma obesidade e compreender melhor sua dinâmica psíquica.&lt;br /&gt;As palestras com as demais especialidades (nutricionista, fisioterapeuta, etc...) enfoca questões relacionadas a alimentação e aos cuidados corporais, visando oferecer ao paciente informações que possibilitem mudanças de hábitos, significativas para o processo de emagrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quais os tipos de pacientes que o GESTO atende? &lt;br /&gt;Pacientes com o IMC maior de 35, candidatos ao tratamento da obesidade, clínico ou cirúrgico. &lt;br /&gt;Pacientes já submetidos à cirurgia bariátrica &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Qual a importância do trabalho integrado entre nutricionistas, chefs, fonoaudiologista, psicólogos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resolução normativa da Agência Nacional de Saúde, nº 167 (artigo 8), enfatiza a demanda de atendimento especial para pacientes com obesidade mórbida, sendo necessário o tratamento por uma equipe multiprofissional, em nível ambulatorial. Baseado nessa exigência, a UNIMED/SJC, iniciou o programa GESTO-Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade. &lt;br /&gt;A obesidade se caracteriza pelo aspecto multifatorial &lt;br /&gt;em seu desencadeamento e na sua manutenção.&lt;br /&gt;Portanto, torna-se indispensável o tratamento dessa&lt;br /&gt;sintomatologia por uma equipe multiprofissional.&lt;br /&gt;Enfatizando que este trabalho não substitui os cuidados médicos necessários na doença obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já houve dificuldades para que o trabalho fosse desenvolvido? Quais foram elas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observou-se um contraste nos resultados entre os pacientes candidatos à cirurgia bariátrica e os que estão realizando o tratamento clínico da obesidade.&lt;br /&gt;O grupo do tratamento clínico da obesidade aderiu gradativamente às orientações do programa. Os candidatos à gastroplastia solicitaram constantemente a intervenção cirúrgica imediata, pois há uma crença que a única forma de emagrecer é através da cirurgia bariátrica .&lt;br /&gt;Concluímos que dependendo da crença do paciente com relação a possíveis estratégias de emagrecimento, como a opção pela cirurgia bariátrica, os resultados se diferenciam. &lt;br /&gt;Conseqüentemente, é relevante enfatizar a importância das mudanças de hábitos, independente se o tratamento da obesidade for clínico ou cirúrgico, auxiliando o obeso na construção de uma nova rede de crenças relativa a alimentação e aos cuidados corporais, refletindo em mudanças com relação a alimentação e a corporalidade , possibilitando uma melhora na qualidade de vida.&lt;br /&gt;A obesidade é uma doença crônica, decorrentemente deve ser cuidada constantemente, tanto com tratamento clínico ou mesmo após a cirurgia bariátrica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-8478361461629112838?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/8478361461629112838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/8478361461629112838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/o-que-e-o-gesto_30.html' title='O QUE É O GESTO?'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-7250118543787180984</id><published>2009-12-30T03:28:00.000-08:00</published><updated>2010-01-01T03:37:38.315-08:00</updated><title type='text'>A VIDA MUITO ACIMA DA MÉDIA- SUZANA VILLAVESDE</title><content type='html'>Obs: relato frequente entre os pacientes do GESTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida muito acima da média &lt;br /&gt;Obesos sofrem preconceito e até agressões desde&lt;br /&gt;a hora, temida, em que entram no transporte público&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suzana Villaverde&lt;br /&gt;Humberto Michalchuk/Prata Gelatina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MÁ VONTADE&lt;br /&gt;A psicóloga Manu Maciel: "Você sai da loja se achando a maior das mulheres"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas meninas sonham ser bailarinas, mas a paulistana Renata Vaz queria mais. Planejava abrir sua própria academia de balé, cheia de alunas promissoras. Enfrentando as barras desde os 7 anos, ela estudou dança durante uma década.&lt;br /&gt; O grand jeté que planejava para sua vida veio abaixo quando foi reprovada pelos jurados do exame de formatura. "Eles não apontaram nenhuma falha na técni-ca, mas disseram que minha barriga ficava muito saliente", conta Renata, que tem 1,70 metro de altura e na época pesava 60 quilos. "A professora falou que eu era muito gorda para ser bailarina clássica, mas se emagrecesse conseguiria o certificado. &lt;br /&gt;Foi a morte para mim." Renata é consultora de marketing, está com 27 anos, pesa 80 quilos e voltou a dançar. "Todas as meninas que fazem aula comigo pesam 30 quilos a menos. Sei que não vou ser bailarina, mas é minha paixão." &lt;br /&gt;Inconcebíveis no mundo das sapatilhas e da leveza etérea, as pessoas obesas enfrentam na vida normal uma barreira universal de preconceito que vai desde as piadinhas humilhantes até a violência. "Quando era mais nova, cheguei a andar com pedras na bolsa para me defender", diz a fotógrafa Kátia Ricomini, 31 anos, 122 quilos. "Certa vez comecei a ser empurrada por um grupo de meninos dentro do ônibus. Achei que alguém fosse me ajudar, mas o cobrador até fechou a catraca para me impedir de descer." Um episódio similar, porém mais violento, levou a americana Marsha Coupe a organizar uma espécie de movimento de protesto contra o "gordismo". Marsha, 53 anos, 135 quilos, mora em Londres e estava voltando de uma visita ao marido internado com câncer quando foi agredida dentro do trem por uma mulher. "Ela me chutava e dizia que gente como eu merece morrer. Levei um soco no olho e, como uso lentes, quase fiquei cega. Não via nada, só ouvia a voz cheia de ódio me chamando de porca gorda."&lt;br /&gt;Lailson Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BANIDA NA BARRA&lt;br /&gt;Renata na aula de balé: "Disseram que minha barriga ficava muito saliente"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ter alguns quilos a mais já perturba o cotidiano de muita gente, imagine sofrer da doença do milênio, como a Organização Mundial de Saúde classificou a obesidade. "Pedir ajuda para achar um número é ter de ver a cara de má vontade da vendedora. Você sai se achando a maior das mulheres", diz a psicóloga curitibana Manu Maciel, de 29 anos, 80 quilos, sobre a experiência banal de entrar numa loja para comprar roupas. "Depois ainda tenho de ouvir do meu marido que ele também tem problemas na hora de encontrar sapato 44", brinca.&lt;br /&gt; As manifestações preconceituosas em matéria de raça, sexualidade e religião são unanimemente condenadas, ainda que apenas da boca para fora – e nesse campo é uma homenagem que o vício presta à virtude –, mas os muito gordos são sempre julgados pelo peso.&lt;br /&gt; Na vida real ou na ficção, espera-se que sejam apenas engraçados, espirituosos ou piadistas. Qualidades morais indesejáveis, como falta de força de vontade, gula incontrolável e até carência emocional, são automaticamente associadas ao excesso de peso. "As pessoas enxergam o gordo como responsável pelos próprios males. É como se a sociedade dissesse que quem quer ser tratado com respeito deve emagrecer, quando na verdade todo ser humano merece ser respeitado, independentemente de seu tamanho", diz Allen Steadham, criador de uma ONG que promove a criação de leis para garantir os direitos dos obesos nos Estados Unidos, evidentemente o campo mais fértil para isso.&lt;br /&gt;Lailson Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTRA O "GORDISMO"&lt;br /&gt;Marsha Coupe: marcas da agressão (à esq.) e protesto para denunciar o preconceito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obesidade pode produzir dilemas morais terríveis, como o que aconteceu na cidade de Dundee, na Escócia, onde um casal obeso perdeu a guarda dos sete filhos. &lt;br /&gt;Todos estavam acima do peso, e a acusação aos pais foi de pôr a vida das crianças em risco mesmo depois de múltiplas interferências do serviço social, incluindo uma casa adequada para a família. Foi certo ou errado tirá-las dos pais? &lt;br /&gt;A caçula, nascida em setembro, retornou à guarda do casal. As consequências deletérias da obesidade para a saúde são amplamente conhecidas, mas fala-se menos nos males psíquicos. "A probabilidade de doenças psiquiátricas aumenta conforme o peso do paciente. Quanto mais estressante é o meio ambiente em que o indivíduo se encontra, maior é a probabilidade de ele desenvolver sintomas de depressão, agressividade ou isolamento social", diz Adriano Segal, diretor do Departamento de Psiquiatria e Transtornos Alimentares da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). &lt;br /&gt;Recuperada da agressão sofrida, a americana Marsha Coupe não se deixa derrubar. "Não passa um dia sem que eu ouça uma ofensa. É como se você não tivesse o direito de se sentir bem", diz Marsha, que gosta de roupas decotadas e maquiagem carregada. "Ser gordo é saber que o tempo todo estão olhando você e comentando a seu respeito. Por mais autoestima que se tenha, é estressante. Mas não mudaria nada em mim para agradar aos outros. Não estou errada, sou como qualquer outra pessoa, só que maior."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-7250118543787180984?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7250118543787180984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/7250118543787180984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/vida-muito-acima-da-media-suzana.html' title='A VIDA MUITO ACIMA DA MÉDIA- SUZANA VILLAVESDE'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5052362500124036175</id><published>2009-12-22T08:26:00.001-08:00</published><updated>2010-03-06T15:17:24.896-08:00</updated><title type='text'>SUGESTÃO DE LIVROS E FILMES SOBRE OBESIDADE, TRANSTORNOS ALIMENTARES E CIRURGIA BARIÁTRICA</title><content type='html'>-Mentes insaciáveis- Anorexia, Bulimia e Compulsão Alimentar&lt;br /&gt;Ana Beatriz Barbosa Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A virgem grávida&lt;br /&gt;Marion Woodman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A mulher escondida-&lt;br /&gt;-A anorexia nervosa em nossa cultura&lt;br /&gt;          Suzanne Robell&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mulheres famintas&lt;br /&gt;- Uma psicologia da anorexia nervosa&lt;br /&gt;        Anglyn Spignesi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Corpo sofrido e mal amado&lt;br /&gt;-Dance e recrie o mundo&lt;br /&gt;        Lucy Penna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Corpos de passagem&lt;br /&gt;-Política do corpo&lt;br /&gt;  Denise Bernuzzi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Beleza do Século&lt;br /&gt;  Faux e outros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Anorexia e bulimia-esclarecendo suas dúvidas.&lt;br /&gt;júlia buckroyd.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Anorexia Nervosa e Bulimia-Ameaças à autonomia.&lt;br /&gt;Cecile Herscovici. Luisa Bay. Ed. Artes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Anorexia e Bulimia.&lt;br /&gt;Rodolfo Urribarri(org). Escuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O complexo de Adõnis-obsessão Masculina pelo corpo.&lt;br /&gt; Harrison G.Pope e outros. Campus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A bulimia.&lt;br /&gt;Couvreur e Fine. Escuta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A imagem corporal-&lt;br /&gt;Mario João Cunha. Autonomia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O corpo impossível&lt;br /&gt;.Elaine Robert Moraes. Fabesp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Psicossomática –de Hipócrates à psicanálise. &lt;br /&gt;Rubens Volich. Casa do psicólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Metamorfoses do corpo.&lt;br /&gt;José Gil. Antropos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O corpo na história.&lt;br /&gt; José Rodrigues. Ed. Fio Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Culto ao corpo e sociedade. &lt;br /&gt;Ana Lúcia Castro. Fabesp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O vício da perfeição.&lt;br /&gt; Marion Woodman. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O império do efêmero. A moda e seu destino nas sociedades modernas. &lt;br /&gt;Lipovetsky, Companhia das Letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Cenas da Vida pós-modernidade. &lt;br /&gt;Beatriz Sarlo. Editora URFJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O nome da marca-McDonald’s,fetichismo e cultura descartável&lt;br /&gt;- A alimentação e o amor.&lt;br /&gt; Pasini. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gordura é uma questão Feminista. &lt;br /&gt;Susie Orbach. Ed. Record&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Magros, gordinhos e assim –assim.&lt;br /&gt; Isabel do Carmo. Âmbar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adeus às dietas.&lt;br /&gt;Hirschmann e outros, Saraiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O preço de ser magro.&lt;br /&gt;Butamante. Ed. Glitter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A razão gulosa. Filosofia do gosto. &lt;br /&gt;Michel Onfray. Rocco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O peso de uma aposta.&lt;br /&gt;Butamante e Ribeiro. Alegro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Magro . E agora? &lt;br /&gt;Francisco Santos. Vetor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O lugar da psicanálise na Medicina&lt;br /&gt;Jacques Lacan&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Biologia Lacaniana e acontecimentos de corpo&lt;br /&gt;Jacques-Alan Miller&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FILMES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Preciosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-GUERRA DO FOGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-JULIA E JULIA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-TOMATES VERDES FRITOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-DIÁRIO DE BRIDGET JONES(1 E 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O AMOR É CEGO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-SUPER SIZE ME-A DIETA DO PALHAÇO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-CHOCOLATE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-COMO ÁGUA PARA CHOCOLATE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A FESTA DE BABETE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-TEMPERO DA VIDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O GORDUCHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O PROFESSOR ALOPRADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-GILBERT GRAPE:APRENDIZ DE SONHADOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O ESTÔMAGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-MAUS HÁBITOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-REQUIM PARA UM SONHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A COMILANÇA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-O COZINHEIRO, O LADRÃO, SUA MULHER E O AMANTE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5052362500124036175?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5052362500124036175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5052362500124036175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/filmes-julia-e-julia-omates-verdes.html' title='SUGESTÃO DE LIVROS E FILMES SOBRE OBESIDADE, TRANSTORNOS ALIMENTARES E CIRURGIA BARIÁTRICA'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-1228053173945093528</id><published>2009-12-19T12:23:00.000-08:00</published><updated>2010-01-06T11:19:10.496-08:00</updated><title type='text'>BIBLIOGRAFIA QUE FUNDAMENTOU TEORICAMENTE O GESTO.</title><content type='html'>GESTO- Grupo Especializado no Tratamento da Obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1-AS BASES TEÓRICAS QUE FUNDAMENTARAM A CONSTRUÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NO TRATAMENTO COM O OBESO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                              Referência bibliográfica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ARANHA, M. 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Psicanálise pura, psicanálise aplicada versus psicoterapia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- A CIRURGIA BARIÁTRICA&lt;br /&gt;Referencias bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Franques, A. e outros. Contribuições da psicologia na cirurgia da obesidade. Vetor Editora. S.P. 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Claudino, A &amp; Zanella, M. Transtornos Alimentares e Obesidade. São Paulo: Editora Manole, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Domene, E.D. Tudo o que precisa saber sobre Cirurgia da Obesidade. São Paulo: Editora Nutre, s-d.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Earvolino-Ramirez M. Resilience: A Concept Analysis. Nursing Forum. 2007; 42(2):73-82&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fabricatore AN, Sarwer DB, Wadden TA, Combs CJ, Krasucki JL. Impression management or real change? Reports of depressive symptoms before and after the preoperative psychological evaluation for bariatric surgery. 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Vol. III. &lt;br /&gt; (1899) CARTA 125&lt;br /&gt; (1905) Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade.  Vol. VII.&lt;br /&gt; (1924) Neurose e Psicose. Vol. XIX.&lt;br /&gt; (1924)A  Perda da Realidade na Neurose e na Psicose. Vol. XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-GAY, P.   Freud – uma vida para nosso tempo.  Companhia das Letras. São Paulo.  1989&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-JUNG, C.G.   Estudos Psiquiátricos.  Petrópolis: Ed. Vozes, 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-JUNG, C.G.  Psicogênese das Doenças Mentais.  3ª. ed., Petrópolis: Ed. 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Imagens do Inconsciente.  2ª. ed., Rio de Janeiro: Editora Alhambra, 1982.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-SILVEIRA, N  Jung: Vida e Obra.  17ª ed.,  São Paulo: Editora Paz e Terra, 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-SILVEIRA, N.   O Mundo das Imagens.  São Paulo: Editora Ática, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-SERRANO, A.O que é Psiquiatria Alternativa?   Ed. Brasiliense. São Paulo.  1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Soler, Colette. Inconsciente a céu aberto da psicose. Jorge Zahar editora. 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-UCHOA, D.M.   Psiquiatria e Psicanálise.   São Paulo: SARVIER, 1979.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-WHITMONT, E.C.  A Busca do Símbolo.  São Paulo:  Editora Cultrix, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- CRENÇAS ALIMENTARES EM PACIENTES QUE SE SUBMETERAM À CIRURGIA BARIÁTRICA&lt;br /&gt;                            Referência bibliográfica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Aarnio,K; Linderman, M. Magical food and health believes: a portrait of believers and functions of the beliefs. Appetite (2004) 65-74 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bicudo, O. BOTA-Boletim de Transtornos Afetivos e Alimentares.-número 15, 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Claudino, A &amp; Zanella, M. Transtornos Alimentares e Obesidade. São Paulo: Editora Manole, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Dahlke, R. A Doença como Símbolo. São Paulo: Editora Cultrix, 1996.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Diniz, A.M. Sobre essas coisas a que chamamos crenças. Lisboa. Climepsi Editores, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Domene, E.D. Tudo o que precisa saber sobre Cirurgia da Obesidade. São Paulo: Editora Nutre, s-d.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Franques,A; Loli, M. Contribuições da psicologia na cirurgia da obesidade.São Paulo.Vetor Editora. 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Hermann,F. Psicanálise da crença.Artes médicas,São Paulo,1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Kaufman,A.Imagem corporal e obesidade.In: O obeso no prato. Kaufman, A (org).Editor Segmento farma. 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São Paulo: Editora Cultrix, 1980&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-1228053173945093528?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/1228053173945093528'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/1228053173945093528'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/sugestao-de-bibliografia-e-filmes-sobre.html' title='BIBLIOGRAFIA QUE FUNDAMENTOU TEORICAMENTE O GESTO.'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-263110797348052830</id><published>2009-12-19T12:21:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T13:52:56.036-08:00</updated><title type='text'>INSTITUTO PIERON- Curso transtornos alimentares, obesidade e cirurgia bariátrica para 2010</title><content type='html'>Curso Introdutório de Transtornos Alimentares e Obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresentação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os transtornos alimentares (anorexia e bulimia) e a obesidade aumentam vertiginosamente em nosso século e tornaram-se preocupações alarmantes na área da saúde, pois são adoeceres que acarretam grande sofrimento psíquico para os sujeitos envolvidos e, em alguns casos, podem levar a óbito. &lt;br /&gt;Atualmente há uma crescente problemática relacionada ao vazio contemporâneo, à corporalidade e à alimentação, propiciando o aumento considerável das referidas condições clínicas, exigindo trabalho especializado.&lt;br /&gt;Com o número crescente da população obesa, observa-se a procura elevada pela cirurgia bariátrica. Ao solicitar a intervenção cirúrgica, há um desejo de realizar mudanças, no corpo e na própria vida. Porém, o impacto causado na subjetividade do individuo após a gastroplastia é diversamente significativo. Alguns não elaboram tantas transformações, justificando muitas vezes o reganho de peso ou a substituição do sintoma por outra doença ou compulsão. &lt;br /&gt;A complexidade dos transtornos alimentares e obesidade exigem profissionais da área da saúde com maior embasamento dos aspectos envolvidos nas patologias e com qualificação para atender a crescente demanda, visando um desempenho clínico ético e eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Transmitir informações teóricas e práticas sobre os transtornos alimentares e a obesidade, enfatizando as possíveis peculiaridades existentes na dinâmica psíquica do indivíduo que apresenta estas sintomatologias.&lt;br /&gt;b) Discutir os principais fatores relativos à relação do sujeito com o vazio contemporâneo, a comida e o corpo, e o quanto estes aspectos influenciam no desencadear das patologias em questão.&lt;br /&gt;c) Auxiliar os profissionais que atuam ou desejam trabalhar com transtornos alimentares, obesidade e cirurgia bariátrica a aperfeiçoar o atendimento clínico, fundamentando as referidas doenças através da teoria e da pratica terapêutica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Público alvo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudantes de psicologia, psicólogos, nutricionistas e demais profissionais da área de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. A comida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A história da gastronomia. A construção da Civilização humana a partir da comida (da pré-história ao fast-food).&lt;br /&gt;• A ritualização do ato de comer e o seu significado nas relações sociais&lt;br /&gt;• O simbolismo dos alimentos e as crenças alimentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- A corporalidade e o sujeito inconsciente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A visão do corpo no decorrer da história, da Grécia Antiga aos tempos modernos.&lt;br /&gt;• A importância da representação do corpo na psicanálise e a construção da imagem corporal. &lt;br /&gt;• A relação do sujeito contemporâneo com o corpo e o desencadear dos transtornos alimentares e obesidade.&lt;br /&gt;• Imagem corporal: vivências expressivas como possibilidade de intervenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Anorexia nervosa, bulimia e outros transtornos alimentares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• História, definições e incidência&lt;br /&gt;• Os critérios diagnósticos&lt;br /&gt;• Quadro clínico&lt;br /&gt;• Outros transtornos alimentares (Vigorexia, PICA)&lt;br /&gt;• Alimentação na infância: transtornos alimentares e obesidade infantil&lt;br /&gt;• Dinâmica familiar nos transtornos alimentares&lt;br /&gt;• Tratamento psicológico&lt;br /&gt;• Apresentação de casos clínicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. O circuito pulsional e o desencadear da compulsão alimentar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Transtorno compulsivo alimentar periódico (TCAP)&lt;br /&gt;• Síndrome do comer noturno (SCN)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. A obesidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• A dinâmica psíquica do obeso: o sintoma e sua função. &lt;br /&gt;• O feminino e a obesidade: a construção da identidade da mulher.&lt;br /&gt;•  Tratamento da obesidade: a equipe multidisciplinar e as diversas abordagens psicológicas como possibilidade na atuação com o obeso (comportamental; familiar; psicodinâmica).&lt;br /&gt;• Apresentação de casos clínicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. A obesidade mórbida e a cirurgia bariátrica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Por quê se opera um obeso mórbido? &lt;br /&gt;• A gastroplastia: o corte cirúrgico&lt;br /&gt;O histórico e os tipos de técnicas cirúrgicas da obesidade. &lt;br /&gt;• A avaliação psicológica: o corte simbólico. &lt;br /&gt;A relação do psíquico com o somático e a relevância da identificação de trastornos psiquiátricos na avaliação psicológica da cirurgia bariátrica.  &lt;br /&gt;Os instrumentos utilizados (testes e outros recursos); o relatório psicológico; e a orientação ao paciente no pré-cirúrgico. &lt;br /&gt;• O pós-cirúrgico da gastroplastia: a vulnerabilidade psíquica&lt;br /&gt;A vivencia psíquica do paciente após a intervenção cirúrgica e a possibilidade de atuação do psicólogo clínico.  &lt;br /&gt;Apresentação de casos clínicos (da avaliação psicológica ao pós-cirúrgico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• GESTO- Grupo Especializado no tratamento da Obesidade&lt;br /&gt;Equipe multiprofissional no tratamento, clínico e cirúrgico, da obesidade na  UNIMED-São José dos Campos/SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: A abordagem psicológica do curso consiste em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Referencial psicodinâmica e conceitos psicanalíticos&lt;br /&gt;• Técnicas expressivas de arte-terapia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-263110797348052830?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/263110797348052830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/263110797348052830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/curso-no-instituto-pieron-para-2010.html' title='INSTITUTO PIERON- Curso transtornos alimentares, obesidade e cirurgia bariátrica para 2010'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-6972013556242668599</id><published>2009-12-19T12:20:00.000-08:00</published><updated>2009-12-22T05:45:47.289-08:00</updated><title type='text'>O ESPELHO- autor Dariel (paciente GESTO) apresentado na festa de final do ano. Sugestão de uma receita lIght</title><content type='html'>O ESPELHO&lt;br /&gt;            Dariel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para você meu amigo secreto, eu trouxe um espelho. &lt;br /&gt;Mas não é um espelho comum, é um espelho especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista, ele parece ser pequeno, mas não é. Ele tem o tamanho certo.&lt;br /&gt;Este espelho é para você olhar os seus olhos. Sim, somente os seus olhos.&lt;br /&gt;Já notou que os seus olhos não engordaram?!&lt;br /&gt;(Esqueça a história de olho gordo, ele na verdade é um olho invejoso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a tua alma, que também não engorda, mas cresce com os sentimentos bons que você acumula.&lt;br /&gt;Dizem alguns que os olhos são a porta da alma. Portanto este espelho vai te ajudar a isso: &lt;br /&gt;A ver a tua alma!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando teus olhos brilham, sua alma brilha de felicidade,&lt;br /&gt;mas também chora quando os olhos lacrimejam.&lt;br /&gt;Quando você solta faíscas, elas saem lá de dentro, do fundo da alma.&lt;br /&gt;Aquele olhar malandro, nem te conto o que tua alma quer aprontar.&lt;br /&gt;E aquele olhar penetrante? Sua alma deve estar com formato de flecha!&lt;br /&gt;Quando os olhos flertam, a alma se abre,&lt;br /&gt;e quando olhamos com amor, a alma fica leve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto use este espelho sempre que quiser conversar com tua alma, pois ela também gosta de um olhar de carinho e não se esqueça nunca das palavras de Fernando Pessoa:&lt;br /&gt;“Tudo vale pena, quando a alma não é pequena”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Feliz Natal e um Maravilhoso Ano Novo!&lt;br /&gt;Dariel (dez/2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOCE DE BANANA- light&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• 12 bananas nanicas bem madura&lt;br /&gt;• 2 caixas de gelatina diet (o sabor de preferência, mas optei por abacaxi)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Fazer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar em uma panela as bananas cortadas em rodelas e mexer sempre para evitar grudar, até ficar uma pasta.&lt;br /&gt;Posteriormente coloque as 2 caixas de gelatina e mexa, ainda no fogo, por mais 5 minutos.&lt;br /&gt;Colocar em um pirex e levar à geladeira até ficar consistente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                         Mestre cuca- Dariel&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-6972013556242668599?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6972013556242668599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/6972013556242668599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/doce-de-banana-sugestao-do-paciente-do.html' title='O ESPELHO- autor Dariel (paciente GESTO) apresentado na festa de final do ano. Sugestão de uma receita lIght'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-4761647004813002496</id><published>2009-12-19T12:15:00.000-08:00</published><updated>2009-12-19T12:17:05.547-08:00</updated><title type='text'>Receitas Light -Gastronoma Roberta Cardarelli</title><content type='html'>Bolo de laranja com gengibre e linhaça&lt;br /&gt;Ingredientes &lt;br /&gt;1 col. (chá) de gengibre ralado&lt;br /&gt;6 col. (sopa) de manteiga&lt;br /&gt;1 ½ xíc. (chá) de açúcar mascavo &lt;br /&gt;2 ½ xíc. (chá) de farinha de trigo&lt;br /&gt;1 col. (sopa) de fermento em pó&lt;br /&gt;1 xíc. (chá) de suco de laranja&lt;br /&gt;1 pote de iogurte natural desnatado&lt;br /&gt;½ xíc. (chá) de semente de linhaça inteira&lt;br /&gt;3 claras em neve &lt;br /&gt;Modo de fazer:&lt;br /&gt;bata por 5 minutos o açúcar mascavo e 5 col. (sopa) da manteiga na batedeira. Sem parar de bater, acrescente a farinha peneirada com o fermento, alternando com o suco de laranja e o iogurte. Desligue a batedeira e acrescente a linhaça (reserve 1 colher de sopa) e as claras em neve. Mexa delicadamente até formar uma massa homogênea. Despeje numa assadeira (25 cm de diâmetro) untada com a manteiga restante e polvilhe as sementes reservadas. Asse em forno médio pré-aquecido por 35 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torta de milho e linhaça&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;3 xíc. (chá) de milho cozido&lt;br /&gt;1 pote de iogurte natural desnatado&lt;br /&gt;200 g de ricota &lt;br /&gt;3 col. (sopa) de azeite de oliva&lt;br /&gt;1 xíc. (chá) de trigo integral &lt;br /&gt;1 col. (sobremesa) de semente de linhaça &lt;br /&gt;1 cebola picada&lt;br /&gt;1 col. (sobremesa) de fermento em pó&lt;br /&gt;Salsa a gosto&lt;br /&gt;Modo de fazer:&lt;br /&gt;Bata o milho no liquidificador e acrescente o restante dos ingredientes na ordem acima. Bata por alguns minutos. Desligue o aparelho e misture a salsa. Coloque numa assadeira média untada e asse em forno pré-aquecido até dourar.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão de linhaça com gergelim&lt;br /&gt;Para a massa&lt;br /&gt;½ xíc. (chá) de leite semidesnatado&lt;br /&gt;1 xíc. (chá) de água&lt;br /&gt;1 xíc. (café) de água morna&lt;br /&gt;1 tablete (15 g) de fermento biológico&lt;br /&gt;3 col. (sopa) de margarina light &lt;br /&gt;2 col. (sopa) de açúcar &lt;br /&gt;2 col. (sopa) de farinha branca &lt;br /&gt;2 xíc. (chá) de farinha integral &lt;br /&gt;2 col. (chá) de sal&lt;br /&gt;2 col. (sopa) de linhaça triturada&lt;br /&gt;Para a cobertura&lt;br /&gt;2 col. (sopa) de gergelim&lt;br /&gt;1 col. (sopa) de margarina light &lt;br /&gt;½ xíc. (chá) de café pronto &lt;br /&gt;Modo de fazer: ferva o leite e a água separadamente. Misture os dois e espere esfriar. À parte, dissolva o fermento na água morna. Junte a margarina e metade do açúcar. Mexa. Em uma outra tigela, misture o restante do açúcar com as farinhas e demais ingredientes. Aos poucos, misture com os ingredientes líquidos. Mexa e cubra com um pano úmido. Deixe descansar num local morno por duas horas. Espalhe um pouco da farinha de trigo sobre uma superfície lisa. Coloque a massa e dê o formato de um pão. Cubra e deixe descansar por mais 15 minutos. Misture os ingredientes da cobertura e, com auxilio de um pincel, espalhe sobre a superfície do pão. Asse em forno preaquecido a 200ºc até dourar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Macarrão Integral com Frango, Milho e Gergelim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;meio pacote de macarrão tipo espaguete integral &lt;br /&gt;3 colheres (sopa) de creme vegetal BECEL azeite de oliva&lt;br /&gt;meio quilo de peito de frango cortado em tiras finas&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de milho em conserva escorrido&lt;br /&gt;1 cubo de caldo de galinha KNORR VITALIE&lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de gergelim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;1- Cozinhe o macarrão conforme instruções da embalagem. Escorra e reserve.&lt;br /&gt;2- Em uma frigideira grande, aqueça 1 colher (sopa) de creme vegetal BECEL  azeite de oliva em fogo médio e doure o frango por 5 minutos. &lt;br /&gt;3- Em uma panela grande aqueça o creme vegetal BECEL azeite de oliva restante em fogo médio.  Junte o frango, o milho, o macarrão e metade do gergelim.&lt;br /&gt;4- Esfarele o cubo de caldo de galinha KNORR VITALIE sobre a mistura, mexendo delicadamente até ficar homogêneo.&lt;br /&gt;Coloque em uma travessa e polvilhe o gergelim restante. Sirva em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iscas de Frango com Folhas Verdes&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;1 cubo de caldo de galinha KNORR VITALIE&lt;br /&gt;1 colher (sopa) de azeite de oliva&lt;br /&gt;meio quilo  de filé de peito  frango cortado em tiras médias&lt;br /&gt;meio brócolis pequeno (só buques) aferventados&lt;br /&gt;meio maço de espinafre pequeno (só as folhas)&lt;br /&gt;meio maço pequeno de escarola cortadas em tiras grandes&lt;br /&gt;3 colheres (sopa) de castanha-do-Pará  triturada grosseiramente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;1- Esfarele o cubo de caldo de galinha KNORR VITALIE. Reserve.&lt;br /&gt;2- Em uma frigideira grande, aqueça o azeite em fogo médio e doure o frango. Polvilhe metade do caldo de galinha KNORR VITALIE esfarelado e misture.&lt;br /&gt;3- Junte o brócolis, o espinafre e a escarola e polvilhe o restante do caldo de galinha KNORR VITALIE, misture delicadamente, abaixe o fogo, tampe a panela e cozinhe por 10 minutos ou até os vegetais ficarem macios. Junte a castanha e misture delicadamente.&lt;br /&gt;4- Coloque em uma travessa. Sirva em seguida.&lt;br /&gt;DICA&lt;br /&gt;Ao invés de cortar as folhas de escarola, rasgue-as grosseiramente.&lt;br /&gt;O peso aproximado do brócolis e do espinafre utilizado na receita é de 150 g cada. E da escarola é de 200g.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Bebida cremosa de laranja e capim cidreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;2 xícaras (chá) de ADES sabor laranja&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de capim cidreira&lt;br /&gt;2 colheres (chá) de amido de milho MAIZENA®&lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de água &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;1- Coloque em uma panela média o ADES sabor laranja e deixe levantar fervura. Junte o capim cidreira e ferva por mais 5 minutos. Retire do fogo, passe por peneira e retire o capim cidreira.&lt;br /&gt;2- À parte dissolva o amido de milho MAIZENA® na água. Junte ao ADES sabor laranja peneirado e leve de volta ao fogo, mexendo sempre até ferver. Retire do fogo coloque em 2 xícaras e sirva em seguida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DICA&lt;br /&gt;Para servir bebidas quentes experimente colocar as xícaras em que vai servir, mergulhadas em água fervente, enquanto prepara as bebidas. Retire da água, seque as xícaras e coloque a bebida. Dessa forma a bebida permanecerá quente por mais tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capim cidreira é conhecido em algumas regiões do Brasil como capim limão, capim santo ou chá de estrada. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bebida quente de erva-doce e melissa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;2 xícaras (chá) de ADES original&lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de mel&lt;br /&gt;1 colher (chá) de sementes de erva-doce&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de folhas de melissa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;1- Coloque em uma panela média o ADES original, o mel e a erva-doce. Deixe ferver em fogo baixo por 5 minutos.&lt;br /&gt;2- Junte as folhas de melissa e ferva por mais 3 minutos. Retire do fogo, tampe a panela e reserve por 5 minutos. &lt;br /&gt;3- Passe por peneira e retire as sementes e as folhas. Coloque em xícaras e sirva em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VARIACÃO&lt;br /&gt;Você pode polvilhar canela em pó sobre a bebida antes de servir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DICA&lt;br /&gt;A melissa também é conhecida como erva cidreira ou cidreira de folha. Suas folhas são claras e delicadas. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Bolinhos de erva-doce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;1 xícara e meia (chá) de farinha de trigo&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de açúcar&lt;br /&gt;1 colher (sopa) de fermento em pó&lt;br /&gt;4 colheres (sopa) de creme vegetal BECEL&lt;br /&gt;1 ovo&lt;br /&gt;2 colheres (chá) de sementes de erva-doce&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de leite desnatado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALDA&lt;br /&gt;1 xícara e meia (chá) de água&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de açúcar&lt;br /&gt;2 colheres (chá) de sementes de erva-doce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para untar:&lt;br /&gt;creme vegetal BECEL &lt;br /&gt;farinha de trigo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;MASSA&lt;br /&gt;1- Preaqueça o forno em temperatura média (180° C).&lt;br /&gt;2- Unte e enfarinhe 10 fôrmas para empada médias (7 cm de diâmetro) e reserve. &lt;br /&gt;3-Em uma tigela média peneire juntos a farinha de trigo, o açúcar e o fermento em pó. Junte o creme vegetal BECEL, o ovo, a erva-doce, o leite e misture com uma colher até que a massa fique homogênea. &lt;br /&gt;4- Coloque duas colheres (sopa) da massa nas fôrmas reservadas, distribua em uma assadeira grande (40 x 28 cm) e leve ao forno por 20 minutos ou até que um palito, depois de espetado na massa, saia limpo. Retire do forno e deixe amornar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALDA&lt;br /&gt;5- À parte coloque em uma panela média a água e o açúcar e deixe ferver. Adicione as sementes de erva-doce e cozinhe em fogo médio por 10 minutos ou até formar uma calda rala. Passe a calda por uma peneira fina e elimine as sementes.&lt;br /&gt;6- Desenforme os bolinhos e coloque sobre um prato. Despeje a calda quente aos poucos sobre os bolinhos até umedecer toda a superfície. Sirva em seguida. &lt;br /&gt;Cestinhas recheadas com patê&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;15 discos pequenos de massa para pastel &lt;br /&gt;250 g de queijo tipo cottage &lt;br /&gt;meia xícara (chá) de maionese HELLMANN'S Deleite&lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de dill fresco picado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para decorar:&lt;br /&gt;3 folhas de alface crespa picada&lt;br /&gt;3 folhas de alface crespa escura picada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;1- Preaqueça o forno em temperatura média (180° C).&lt;br /&gt;2- Forre com um disco de massa uma fôrma para empada média (7cm de diâmetro) e pressione o fundo e a lateral, formando uma cestinha. Repita a operação com o restante da massa e coloque as fôrmas em uma assadeira retangular grande (40 x 28 cm).&lt;br /&gt;3- Leve ao forno por 15 minutos ou até começar a dourar. Retire do forno e reserve.&lt;br /&gt;4- Em uma tigela média misture o queijo, a maionese HELLMANN'S Deleite e o dill até que fique homogêneo. Reserve na geladeira por 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTAGEM:&lt;br /&gt;5-Forre as cestinhas com tiras de alface clara e alface escura e recheie com o patê reservado. Sirva em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VARIACÃO&lt;br /&gt;Se preferir substitua o dill picado por 2 colheres (chá) de sementes de endro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DICAS&lt;br /&gt;O rendimento dessa receita é suficiente para 15 porções. Utilize logo após o preparo, para que não amoleçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para facilitar seu trabalho você pode preparar as cestinhas com antecedência e conservar depois de frias em potes bem tampados, sem rechear. Recheie um pouco antes de servir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rocambole de peito de peru e azeitonas verdes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;RECHEIO&lt;br /&gt;3 colheres (sopa) de creme vegetal BECEL&lt;br /&gt;meia cebola pequena picada&lt;br /&gt;200 g de peito de peru defumado ralado no ralo grosso&lt;br /&gt;4 azeitonas verdes picadas&lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de amido de milho MAIZENA®&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de ADES original &lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de salsinha picada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MASSA&lt;br /&gt;3 ovos&lt;br /&gt;5 colheres (sopa) de farinha de trigo &lt;br /&gt;meia colher (chá) de sal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para untar e forrar:&lt;br /&gt;creme vegetal BECEL&lt;br /&gt;papel-manteiga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para embalar:&lt;br /&gt;filme plástico &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;CREME&lt;br /&gt;1- Em uma panela, aqueça 1 colher (sopa) de creme vegetal BECEL em fogo médio e refogue a cebola. Junte o peito de peru e as azeitonas.&lt;br /&gt;2- Dissolva o amido de milho MAIZENA® no ADES original, junte ao refogado, mexendo sempre, até engrossar.&lt;br /&gt;3- Retire do fogo, acrescente o creme vegetal BECEL restante e a salsinha e misture rapidamente. Reserve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MASSA&lt;br /&gt;4- Unte e forre uma assadeira média (33 x 23 cm). Reserve.&lt;br /&gt;5- Preaqueça o forno em temperatura média (180°C).&lt;br /&gt;6- Bata na batedeira os ovos até obter um creme fofo. Retire da batedeira, peneire a farinha de trigo e sal e misture delicadamente de baixo para cima.&lt;br /&gt;7- Espalhe a massa na assadeira reservada e leve ao forno por 15 minutos ou até dourar levemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MONTAGEM&lt;br /&gt;8- Desenforme a massa sobre um pano de prato limpo e divida-a em 6 retângulos.&lt;br /&gt;9- Espalhe uma porção de recheio em cada retângulo e enrole-o como rocambole, unindo bem a lateral.&lt;br /&gt;10- Embale em filme plástico. Sirva em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DICA&lt;br /&gt;Se desejar, depois do filme plástico, embale-os em papel crepom colorido e enrole as pontas do papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VARIAÇÃO&lt;br /&gt;Se desejar, corte os rocamboles em fatias antes de servir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muffins de carne moída com milho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ingredientes&lt;br /&gt;RECHEIO&lt;br /&gt;1 colher (sopa) de creme vegetal BECEL&lt;br /&gt;1 cebola pequena picada&lt;br /&gt;2 dentes de alho amassados&lt;br /&gt;300 g de carne moída&lt;br /&gt;meia cenoura pequena ralada no ralo grosso&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de milho verde&lt;br /&gt;2 colheres (sopa) de cebolinha picada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MASSA&lt;br /&gt;2 ovos&lt;br /&gt;6 colheres (sopa) de creme vegetal BECEL&lt;br /&gt;meia colher (chá) de sal&lt;br /&gt;1 xícara (chá) de farinha de trigo&lt;br /&gt;meia xícara (chá) de ADES original&lt;br /&gt;1 colher (sopa) de fermento em pó&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para untar:&lt;br /&gt;creme vegetal BECEL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modo de Preparo&lt;br /&gt;RECHEIO&lt;br /&gt;1- Em uma panela, aqueça o creme vegetal BECEL em fogo médio e refogue a cebola e o alho. Junte a carne e refogue por 3 minutos ou até perder a cor avermelhada. Junte a cenoura, o milho e a cebolinha. Misture e reserve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MASSA&lt;br /&gt;2- Preaqueça o forno em temperatura média (180ºC).&lt;br /&gt;3- Unte 10 fôrmas de muffin pequena (7 cm de diâmetro). Reserve.&lt;br /&gt;4- Bata na batedeira os ovos e o creme vegetal BECEL até ficar homogêneo.&lt;br /&gt;5- Adicione o sal e a farinha, intercalando com o ADES original. Bata por mais 2 minutos ou até ficar pastoso.&lt;br /&gt;6- Retire da batedeira e acrescente o fermento, misturando delicadamente.&lt;br /&gt;7- Coloque um pouco de massa nas fôrmas reservadas. Distribua o recheio entre elas e cubra com a massa restante.&lt;br /&gt;8- Arrume as fôrmas dentro de uma assadeira grande (40 x 28 cm) e leve ao forno por 20 minutos ou até que um palito, depois de espetado na massa, saia limpo.&lt;br /&gt;9- Desenforme ainda morno. Sirva em seguida ou espere esfriar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DICA&lt;br /&gt;Você pode deixar seus muffins ainda mais bonitos Depois de assados e mornos. Coloque os muffins em forminhas de papel antes de servir. Chame os amigos e bom apetite!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-4761647004813002496?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4761647004813002496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/4761647004813002496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/receitas-light-gastronoma-roberta.html' title='Receitas Light -Gastronoma Roberta Cardarelli'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4684764984916518618.post-5941896269164337641</id><published>2009-12-19T12:10:00.000-08:00</published><updated>2009-12-19T12:15:42.320-08:00</updated><title type='text'>Receitas light fornecidas por pacientes do GESTO</title><content type='html'>Frozen yogurt de morango:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3/4 xícara (chá) de água&lt;br /&gt;- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor&lt;br /&gt;- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de&lt;br /&gt;açúcar)&lt;br /&gt;- 2 claras&lt;br /&gt;- 2 copos de iogurte (400 g)&lt;br /&gt;- 100 g de morangos batidos no liquidificador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidrate 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor em 1/4 xícara&lt;br /&gt;(chá) de água e leve em banho-maria até que a gelatina dissolva.&lt;br /&gt;Reserve. Numa panela, ponha 1/2 xícara (chá) de adoçante (ou 1&lt;br /&gt;xícara de chá) de açúcar) e 2/4 xícara (chá) de água. Leve ao&lt;br /&gt;fogo e cozinhe até a calda ficar em ponto de fio. Ao colocar um&lt;br /&gt;pouco da calda, entre o polegar e o indicador se forma um fio&lt;br /&gt;fino e firme ao separar os dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na batedeira, bata 2 claras em neve e junte a calda quente,&lt;br /&gt;mexendo sem parar. Acrescente a gelatina reservada e continua&lt;br /&gt;batendo de 8 a 10 min até formar um suspiro firme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retire da batedeira e misture delicadamente 2 copos de iogurte&lt;br /&gt;(400 g) e 100 g de morangos previamente batidos no&lt;br /&gt;liquidificador. Ponha numa tigela e leve ao congelador até ficar&lt;br /&gt;firme (cerca de 2 h) sem endurecer demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frozen yogurt de morango:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3/4 xícara (chá) de água&lt;br /&gt;- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor&lt;br /&gt;- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de&lt;br /&gt;açúcar)&lt;br /&gt;- 2 claras&lt;br /&gt;- 2 copos de iogurte (400 g)&lt;br /&gt;- 100 g de morangos batidos no liquidificador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidrate 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor em 1/4 xícara&lt;br /&gt;(chá) de água e leve em banho-maria até que a gelatina dissolva.&lt;br /&gt;Reserve. Numa panela, ponha 1/2 xícara (chá) de adoçante (ou 1&lt;br /&gt;xícara de chá) de açúcar) e 2/4 xícara (chá) de água. Leve ao&lt;br /&gt;fogo e cozinhe até a calda ficar em ponto de fio. Ao colocar um&lt;br /&gt;pouco da calda, entre o polegar e o indicador se forma um fio&lt;br /&gt;fino e firme ao separar os dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na batedeira, bata 2 claras em neve e junte a calda quente,&lt;br /&gt;mexendo sem parar. Acrescente a gelatina reservada e continua&lt;br /&gt;batendo de 8 a 10 min até formar um suspiro firme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retire da batedeira e misture delicadamente 2 copos de iogurte&lt;br /&gt;(400 g) e 100 g de morangos previamente batidos no&lt;br /&gt;liquidificador. Ponha numa tigela e leve ao congelador até ficar&lt;br /&gt;firme (cerca de 2 h) sem endurecer demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frozen iogurte de maracujá e hortelã:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3/4 xícara (chá) de suco concentrado de maracujá&lt;br /&gt;- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor&lt;br /&gt;- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de&lt;br /&gt;açúcar)&lt;br /&gt;- 2 claras&lt;br /&gt;- 2 copos de iogurte (400 g)&lt;br /&gt;- 1 colher (sopa) de suco de hortelã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidrate 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor em 1/4  xícara&lt;br /&gt;(chá) de suco concentrado de maracujá e leve em banho-maria até&lt;br /&gt;que a gelatina dissolva. Reserve. Numa panela, coloque 1/2 xícara&lt;br /&gt;(chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de açúcar) e 2/4 xícara&lt;br /&gt;(chá) de suco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leve ao fogo e cozinhe até a calda ficar em ponto de fio. Ao&lt;br /&gt;colocar um pouco da calda, entre o polegar e o indicador se forma&lt;br /&gt;um fio fino e firme ao separar os dedos. Na batedeira, bata 2&lt;br /&gt;claras em neve e junte a calda quente, mexendo sem parar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescente a gelatina reservada e continua batendo de 8 a 10 min&lt;br /&gt;até formar um suspiro firme. Misture delicadamente 2 copos de&lt;br /&gt;iogurte (400 g) e 1 colher (sopa) de suco de hortelã. Ponha numa&lt;br /&gt;tigela e leve ao congelador até ficar firme (cerca de 2 h) sem&lt;br /&gt;endurecer demais. &lt;br /&gt;Para obter o suco de hortelã, macere as folhas num&lt;br /&gt;pilão e depois esprema num pano seco e limpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frozen yogurt de chocolate:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3/4 xícara (chá) de água&lt;br /&gt;- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor&lt;br /&gt;- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de&lt;br /&gt;açúcar)&lt;br /&gt;- 2 claras&lt;br /&gt;- 2 copos de iogurte (400 g)&lt;br /&gt;Hidrate 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor em 1/4 xícara&lt;br /&gt;(chá) de água e leve em banho-maria até que a gelatina dissolva.&lt;br /&gt;Reserve. Numa panela, coloque 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1&lt;br /&gt;xícara de chá de açúcar) e 2/4 xícara (chá) de água. Leve ao fogo&lt;br /&gt;e cozinhe até a calda ficar em ponto de fio. Ao colocar um pouco&lt;br /&gt;da calda, entre o polegar e o indicador se forma um fio fino e&lt;br /&gt;firme ao separar os dedos. Na batedeira, bata 2 claras em neve e&lt;br /&gt;junte a calda quente, mexendo sem parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acrescente a gelatina reservada e continue batendo de 8 a 10 min&lt;br /&gt;até formar um suspiro firme. Misture delicadamente 2 copos de&lt;br /&gt;iogurte (400 g) e 12 colheres (sopa) de chocolate meio amargo&lt;br /&gt;derretido. Ponha numa tigela e leve ao congelador até ficar firme&lt;br /&gt;(por cerca de 2 h) sem endurecer demais. &lt;br /&gt;Frozen yogurt de abacaxi e gengibre:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3/4 xícara (chá) de água&lt;br /&gt;- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor&lt;br /&gt;- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de&lt;br /&gt;açúcar)&lt;br /&gt;- 5 lascas de gengibre&lt;br /&gt;- 2 claras&lt;br /&gt;- 2 copos de iogurte (400 g)&lt;br /&gt;- 12 colheres (sopa) de suco de abacaxi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidrate 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor em 1/4 xícara&lt;br /&gt;(chá) de água e leve em banho-maria até que a gelatina dissolva.&lt;br /&gt;Reserve. Numa panela, ponha 1/2 xícara (chá) de adoçante (ou 1&lt;br /&gt;xícara de chá) de açúcar) e 2/4 xícara (chá) de água. Acrescente&lt;br /&gt;5 lascas de gengibre. Leve ao fogo e cozinhe até a calda ficar em&lt;br /&gt;ponto de fio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao colocar um pouco da calda, entre o polegar e o indicador se&lt;br /&gt;forma um fio fino e firme ao separar os dedos. Retire as lascas&lt;br /&gt;de gengibre.&lt;br /&gt;Na batedeira, bata 2 claras em neve e junte a calda quente,&lt;br /&gt;mexendo sem parar. Acrescente a gelatina reservada e continua&lt;br /&gt;batendo de 8 a 10 min até formar um suspiro firme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retire da batedeira e misture delicadamente 2 copos de iogurte&lt;br /&gt;(400 g) e 12 colheres (sopa) de suco de abacaxi. Ponha numa&lt;br /&gt;tigela e leve ao congelador até ficar firme (cerca de 2 horas)&lt;br /&gt;sem endurecer demais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frozen yogurt de limão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- 3/4 xícara (chá) de água&lt;br /&gt;- 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor&lt;br /&gt;- 1/2  xícara (chá) de adoçante (ou 1 xícara de chá de&lt;br /&gt;açúcar)&lt;br /&gt;- 2 claras&lt;br /&gt;- 2 copos de iogurte (400 g)&lt;br /&gt;- 1 colher (sopa) de suco de limão&lt;br /&gt;Frozen yogurt de limão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hidrate 1 colher (chá) de gelatina em pó sem sabor em 1/4 xícara&lt;br /&gt;(chá) de água e leve em banho-maria até que a gelatina dissolva.&lt;br /&gt;Reserve. Numa panela, coloque 1/2 xícara (chá) de adoçante (ou 1&lt;br /&gt;xícara de chá de açúcar) e  2/4 xícara (chá) de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leve ao fogo e cozinhe até a calda ficar em ponto de fio. Ao&lt;br /&gt;colocar um pouco da calda, entre o polegar e o indicador se forma&lt;br /&gt;um fio fino e firme ao separar os dedos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na batedeira, bata 2 claras em neve e junte a calda quente,&lt;br /&gt;mexendo sem parar. Acrescente a gelatina reservada e continue&lt;br /&gt;batendo de 8 a 10 min até formar um suspiro firme. Misture&lt;br /&gt;delicadamente 2 copos de iogurte (400 g) e 1 colher (sopa) de&lt;br /&gt;suco de limão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque numa tigela e leve ao congelador até ficar firme (por&lt;br /&gt;cerca de 2 h), sem endurecer demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4684764984916518618-5941896269164337641?l=obesidadegastroplastia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5941896269164337641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4684764984916518618/posts/default/5941896269164337641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://obesidadegastroplastia.blogspot.com/2009/12/receitas-light-fornecidas-por-pacientes.html' title='Receitas light fornecidas por pacientes do GESTO'/><author><name>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06975184761453941687</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_-E72j1qJgtc/Szf9ebZtn9I/AAAAAAAAAGk/obmV9Iy7alI/S220/DSC00842.JPG'/></author></entry></feed>
